sexta-feira, 3 de maio de 2013

Os Samaritanos e o Novo Testamento, Os sete erros no Evangelho de João - Por Sha’ul Bentsion

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Serviço Religioso do Papa Francisco I em Santa Marta

Para uma comunidade aberta
aos valores do Espírito (a Ruah)

Há quem enfrenta o sofrimento, mantendo viva a alegria que nasce do Espírito — como por exemplo os cristãos ainda hoje perseguidos em muitas partes do mundo — e quem, ao contrário, «usa o dinheiro para comprar favores» e negociar, ou «a calúnia para difamar e obter a ajuda dos poderosos da terra» e talvez desprezem quantos procuram viver na alegria cristã o seu próprio sofrimento. Sobre este confronto meditou o Papa Francisco na manhã de sábado 27 de Abril, durante a homilia da missa celebrada na Domus Sanctae Marthae. Entre os concelebrantes estavam o arcebispo Mário Zenari, núncio apostólico na Síria, e D. Dražen Kutleša, bispo de Poreč i Pula, na Croácia. Assistiram à missa, entre outros, os funcionários do Serviço dos Correios do Vaticano e um grupo de voluntários do dispensário pediátrico de Santa Marta» no Vaticano.
O Papa ponderou em especial sobre a página dos Actos dos Apóstolos  (13, 44-52)  que narra precisamente o confronto entre duas comunidades religiosas: a dos discípulos e aquela que o Pontífice definiu «dos judeus fechados, porque nem todos os judeus eram assim». Na comunidade dos discípulos, explicou, cumpria-se a vontade de Jesus — “Ide e anunciai” — e portanto pregava-se e quase toda a cidade se reunia para ouvir a palavra do Senhor. E, observou o Papa Francisco, difundiu-se entre as pessoas uma atmosfera de felicidade que «parecia que nunca seria vencida». Quando os judeus viram tanta felicidade, «encheram-se de inveja e começaram a perseguir» aquelas pessoas, que  «não eram malvadas; eram pessoas boas, que tinham uma atitude religiosa».
«Por que o fizeram?», interrogou-se. Fizeram-no «simplesmente porque tinham o coração fechado, não estavam abertos à novidade do Espírito Santo. Julgavam que tudo tinha sido dito, que tudo era como eles pensavam que devia ser e, por isso, sentiam-se como que defensores da fé. Começaram a falar contra os Apóstolos, a caluniar. A calúnia».  Trata-se de uma atitude que se encontra no caminho da história;  é próprio dos «grupos fechados negociar com o poder; resolver as questões “entre nós”.  Como fizeram aqueles que, na manhã da ressurreição, quando os soldados foram dizer-lhes: “Vimos isto”, responderam-lhes: “Calai-vos! Tomai...”, e com o dinheiro encobriram tudo. Esta é precisamente a atitude de uma religiosidade fechada, que não tem a liberdade de se abrir ao Senhor». Na sua vida pública, «para defender sempre a verdade, porque julgam defender a verdade», escolhem  «a calúnia, a intriga. São deveras comunidades  indiscretas, que falam contra, destroem o outro» e só pensam em si mesmas, como se fossem protegidas por um muro. «Na realidade, a comunidade livre — observou o Papa — com a liberdade de Deus e do Espírito Santo, ia em frente. Até nas perseguições. E a palavra do Senhor propagava-se por toda a região. É próprio da comunidade do Senhor ir em frente, espalhar-se, porque o bem é assim: difunde-se sempre! O bem não se fecha dentro. Este é um critério, um critério da Igreja. Também para o nosso exame de consciência: como são as nossas comunidades, as comunidades religiosas, as comunidades paroquiais? São comunidades abertas ao Espírito Santo, que nos levam sempre em frente, para difundirmos a palavra de Deus, ou são comunidades fechadas?».
A perseguição — acrescentou em seguida o Pontífice — começa por motivos religiosos, por inveja, mas também devido ao modo como se fala: «A comunidade dos crentes, a comunidade livre do Espírito Santo, fala com a alegria. Os discípulos estão cheios de alegria do Espírito Santo. Falam com a beleza, abrem caminhos: sempre em frente, não? A comunidade fechada, ao contrário, certa de si mesma, aquela que procura a segurança precisamente negociando com o poder, com o dinheiro, fala com palavras ofensivas: insultam e condenam».
E para fazer notar a falta de amor nas chamadas comunidades  fechadas, o Papa Francisco sugeriu a dúvida que estas pessoas «talvez se esqueçam das carícias maternas, quando eram crianças. Estas comunidades não conhecem as carícias; conhecem o dever, o fazer, o fechar-se numa observância aparente. Jesus disse-lhes: “Vós sois como um túmulo, como um sepulcro caiado, muito bonito, mas nada mais!”.  Pensemos hoje na Igreja tão bonita. Esta Igreja que vai em frente. Pensemos nos numerosos irmãos que sofrem por causa desta liberdade do Espírito e hoje padecem perseguições em muitas regiões. Mas estes irmãos, no sofrimento, vivem repletos de alegria e de Espírito Santo. Estes irmãos, estas comunidades abertas, missionárias, anunciam Jesus porque sabem que é verdade aquilo que Ele disse e que agora ouvimos:  “Tudo o que pedirdes no meu nome, vo-lo farei!”. A oração é Jesus. As comunidades fechadas pedem aos poderes da terra que as ajudem. E este não é um bom caminho. Olhemos para Jesus, que nos envia a evangelizar, a anunciar o seu nome com alegria, cheios de júbilo. Não tenhamos medo da alegria do Espírito. E nunca nos misturemos com estas coisas que, a longo prazo, nos levam a fechar-nos em nós mesmos. Neste fechamento não há fecundidade, nem liberdade do Espírito».
28 de Abril de 2013








Magalhães Luís
Gilmar Costa Leal gostei da exposição. E não a considero anticristã. Devemos receber todos os "ataques" apologéticos com hombridade. E sem censura de moderadores. Gosto do conceito "lutar em campo" como o faz Sérgio Ramos. E no fim da "peleja", o abraço da Paz: http://www.lasexta.com/videos/jugones/2013-mayo-1-2013050100002.html

Magalhães Luís
Façamos uma introdução. “E era-lhe necessário passar por Samaria”. (João 4:4). Esta palavra necessária revela a intenção de Jesus. Outro líder judeu jamais passaria por ali. Jesus é vazio de preconceitos e cheio de boas intenções: Ganhar os samaritanos. Então foi para lá, para casa deles.
»» “Porque os seus discípulos tinham ido à cidade comprar comida”. (João 4:8). Dois motivos básicos para Jesus enviá-los à cidade para comprar comida:

(1) Eles precisavam alimentar-se.
(2) Eles não suportariam ver o Seu Mestre conversando com uma mulher samaritana.
»» A SAMARITANA VIVIA NUMA LUTA EXASPERADA PARA QUEBRAR A SUA ROTINA:

“Porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade” João 4:18. A rotina da vida daquela mulher era trocar de marido periodicamente, pelos mais variados motivos. Como esta rotina foi literalmente quebrada? Conte comigo, internauta: Ela teve 1, 2, 3, 4, 5, 6 maridos, até aparecer o SÉTIMO, não na ordem de relacionamento marital, mas no contexto de libertação para quebrar definitivamente a rotina da mulher. Quando Jesus apareceu, a vida dela foi transformada. A rotina só é quebrada pelo poder do SÉTIMO.
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Magalhães Luís
SETE DIVINDADES OU AMORES
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Magalhães Luís
“Divindades Específicas de Samaria”
2 Rs 17:29-33
*SUCOTE-BENOTE – do hb “cabana das filhas”. Divindades babilónicas.
*NERGAL <2> – a divindade da guerra, da doença e da morte na mitologia da Assíria e da Babilônia.
*ASIMA – divindade de Hamate – 2 Rs 17:30.
*NIBAZ e TARTAQUE – 2 Rs 17:31. Divindades da terra dos aveus.
*ADRAMELEQUE <hb “o deus Adar é rei”> e ANAMELEQUE <hb. “o deus Anu é rei”> – 2 Rs 17:31. Divindades de Sefarvaim .
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Magalhães Luís
Naqueles dias afirmava-se que além do D'us de Jacob os samaritanos adoravam o fogo ou a imagem de uma pomba e até diversos deuses, os terafins [ídolos ou imagens de deuses], enterrados no Carvalho de Siquém <Gn 35:4>. Pelo contrário os judeus eram estritamente monoteístas e o HaShem era o único e verdadeiro D'us e não admitiam imagens. Com isto Jesus afirma que o objeto do culto está assegurado. A maneira de fazê-lo é que desde este momento vai mudar. De um culto externo e geograficamente situado, vamos entrar num culto interior e pessoal. Daí a palavra espírito oposta a local geográfico e verdade em oposição à exterioridade hipócrita da língua como dirá o Filho de Deus, citando Isaías: “...este povo honra-me com os lábios, mas o coração está longe de mim” <Mt 15:8>. A resposta de Jesus: João 4:20-24.
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Magalhães Luís
D'us é Espírito.
Jesus torna-se eco das palavras do Profeta Isaías em 1:10-18, onde o ETERNO diz estar farto dos holocaustos (sacrifícios queimados) de carneiros e da gordura de bezerros cevados, etc. O verdadeiro culto ao YHWH é o crente cessar os atos pecaminosos e manter um altíssimo grau de fidelidade diante do próprio Senhor - Is 1:16. Diante da mulher samaritana, o Filho (na visão cristã, no meu entender decisiva) revelou que a verdadeira adoração começa de dentro para fora, e nunca de fora para dentro.
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Magalhães Luís
Os Discípulos (representam a religião rígida, legalista):
Os discípulos, ao virem o yehud Yeshua conversando com a mulher samaritana, estranharam. Existia entre os mestres ou rabinos da época uma sentença muito repetida: Não falar em público com uma mulher. Que religião, hein!!! A Lei dos rabinos proibia à mulher sair com os cabelos soltos, tecê-los na praça, falar com qualquer homem. Especialmente entre os doutores e homens religiosos: Que não falem com uma mulher na rua, mesmo que seja sua esposa, irmã ou filha. SIM! Um, dentre muitos decretos judeus declarava impura qualquer mulher samaritana. Ao virem o seu líder conversando exatamente com uma samaritana, espantaram-se, ficaram pasmos, boquiabertos.
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Magalhães Luís
Uma pausa: Um reparo a mim próprio. Discordo quando insisto na minha referência a Jesus apenas como o Filho de D'us e não de filho de Miriam (Maria) também, pois isto implica que a Sua natureza aqui é apenas divina, entretanto o propósito de "João" aqui é exatamente mostrar que o Rabbuni é totalmente humano e totalmente Divino, sem distinção.
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Magalhães Luís
Jesus foi um autêntico revolucionário na sua dignificação, até ao escândalo: veja-se a estranheza dos discípulos ao encontrar Jesus com a samaritana, que tudo tinha contra si: mulher, estrangeira, herética, com o sexto marido. Condenou a desigualdade de tratamento de homens e mulheres quanto ao divórcio. Fez-se acompanhar - coisa inédita na época - por discípulos e discípulas. Acabou com o tabu da impureza ritual. Estabeleceu relações de verdadeira amizade com algumas. Maria Madalena constitui um caso especial nesta amizade: ela acompanhou-o desde o início até à morte e foi ela que primeiro teve a intuição e convicção de fé de que Jesus crucificado não fora entregue à morte, pois é o Vivente em Deus.
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Magalhães Luís
Vamos prosseguir.
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Magalhães Luís
"Sereis minhas testemunhas em Jerusalém, toda a Judeia, Samaria e até aos confins da terra"), de Ac 8,14-25 (foi o diácono Filipe o primeiro a converter alguns samaritanos), de Lc 9,51-56 e paralelos (os samaritanos recebem mal Jesus) e de Mt 10,5 (Jesus proíbe os doze de evangelizar os pagãos e os samaritanos). A cena do quarto evangelho é uma grande parábola em ação do seu autor, uma espécie de "midrache", para apresentar Jesus como o verdadeiro Salvador, não apenas dos judeus, mas de todo o mundo. Se os samaritanos assim acreditam, também os fariseus e demais judeus e pagãos devem acreditar.
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Magalhães Luís
Mas o autor da narrativa não parte do nada, porque tem como cenário a história da Samaria e a história de cristãos joanicos samaritanos. Este aspecto fica claro com a frase do v. 4: "Precisava de passar pela Samaria", conjuntamente com a frase do v. 39: "Porque eu enviei-vos a ceifar o que não trabalhastes; outros se cansaram a trabalhar, e vós ficastes com o proveito da sua fadiga."

Em João (como também em Lucas), o verbo dei, ser preciso, relaciona a pessoa de Jesus com o plano divino da salvação. No imperfeito, significa que Jesus precisava daquele encontro com a mulher samaritana para que a sua obra de revelação não deixasse nada em atraso. O verbo aparece mais duas vezes neste capítulo com o mesmo sentido (v. 20: "Dizeis que Jerusalém é o lugar onde é preciso adorar"; v. 24: "Deus é espírito; por isso, os que o adoram é preciso que o adorem em espírito e verdade"), e o mesmo se diga de 3, 7 ("E preciso nascer de novo"), 3, 14 ("E preciso que o Filho do Homem seja levantado..."), 9,4 ("É preciso que eu faça as obras daquele que me enviou"), 10,16 ("Tenho ainda outras ovelhas..., é preciso que venham a mim..."; cf. ainda 12,34 e 20,9). Estamos, portanto, diante duma narrativa teológica. O v. 39, já anotado, no contexto maior dos vv. 35-38, tem em vista o tempo dos samaritanos cristãos na altura em que o autor escreve. A "ceifa" cristã joanica deve ter sido bastante significativa. Entre as várias comunidades joanicas devemos pressupor uma na região da Samaria. Não é por acaso que existe uma estreita ligação entre a "necessidade divina de revelação" do evangelho de Lucas e de João com o verbo dei, que pressupõe o "mandato" missionário de Ac 1, 8: "Sereis minhas testemunhas... em Samaria". Toda a narrativa se encaminha para a realização dos tempos escatológicos da vinda do Messias que, segundo a mentalidade dos samaritanos, a partir de Dt 18, 18, se chamaria Taheb, aquele que tudo sabia (v. 25: Disse-lhe a mulher: "Eu sei que o Messias, que é chamado Cristo, está para vir. Quando vier, há-de fazer-nos saber todas as coisas. "1.
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Magalhães Luís
A questão religiosa de Samaria começa depois da morte de Salomão. Este usava e abusava dos trabalhadores das tribos do Norte. O seu sucessor Jeroboão (931-91O a. C.) agravou ainda mais a situação, desencadeando-se, assim, o cisma entre o Norte e o Sul. Em 722 os assírios conquistaram o reinado do Norte, deportaram grande parte dos judeus para a Assíria e colocaram na região de Samaria colonos assírios. Assim nasceu o sincretismo religioso entre a religião dos assírios e a de Israel, a inimizade política e religiosa entre os dois povos, o aparecimento, mais tarde, durante o império helênico, do templo de Garizim que rivalizava com o de Jerusalém. Os cinco maridos de que fala o v. 18 ("tiveste cinco maridos e o que tens agora não é teu marido") refere, com toda a probabilidade, os colonos pagãos assírios de cinco regiões e respectivas religiões (cf. 2R 17,24-34; cf. v. 24: "O rei da Assíria mandou vir gente da Babilônia, de Cuta, de Ava, de Hamat, de Sefarvaim, em lugar dos filhos de Israel..."). As várias tentativas políticas e religiosas de reis, sacerdotes e profetas (cf. Ez 37, 16-19) em reunir as dez tribos do Norte com as duas do Sul fracassaram. A última tentativa partiu das tribos do Norte por altura do regresso dos judeus do exílio da Babilônia. As tribos do Norte ofereceram as suas ajudas aos judeus do Sul para a reconstrução do Templo de Jerusalém, mas os responsáveis recusaram tais ofertas e agudizaram ainda mais as rivalidades com a proibição dos casamentos mistos no reinado do Sul (cf. Es 4,1-5; 9-10). A reconquista do reinado do Norte só aconteceu com o rei João Hircano em 107 a. C.,mas o sincretismo religioso permaneceu bem como o ódio entre os dois povos. O autor do Eclesiástico em 50,25-26 fulmina os samaritanos desta maneira: "Dois povos abomina a minha alma / e o terceiro nem sequer é um povo: / os que vivem no monte Seir e os filisteus, / e o povo insensato que habita em Siquem."

É neste contexto histórico e religioso do passado de Israel, juntamente com o contexto dos samaritanos joanicos, ao tempo do autor do quarto evangelho, que devemos compreender a nossa narrativa do sinal da Samaritana, que podemos estruturar em três grandes blocos:

Jesus revela-se a uma mulher samaritana (4,1-26)

Jesus revela-se aos discípulos (4, 27-38)

Jesus revela-se aos samaritanos (4, 39-42)2

O bloco narrativo mais importante concentra-se no diálogo entre Jesus e a mulher samaritana, a qual, logicamente, representa e simboliza a "questão" samaritana que acabamos de expor. O estilo literário deste diálogo em que o "novo" e "óbvio" das declarações-revelações de Jesus contrasta com as incompreensões, não menos óbvias, a nível de lógica "histórica", das perguntas da samaritana, é muito próximo do diálogo entre Jesus e Nicodemos, como também dos diálogos de Jesus com Marta e Maria e com todos os demais diálogos. Situamo-nos sempre dentro do círculo hermenêutico da retórica do Jesus joanico.

Em Jo 4, 5-15, o diálogo nasce a partir da realidade geográfica do "poço de Jacob." Este poço ainda existe hoje e tem uma longa história bíblica, que dispensamos de estudar por razões óbvias.

Segundo a narrativa, "Jesus, fatigado pela viagem, sentou-se, sem mais, na borda do poço. Era por volta do meio-dia" (v. 6). O espaço, o lugar e o tempo são devidamente apresentados.
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Magalhães Luís
O espaço geográfico abrange toda a terra do Norte de Israel com as dez tribos separadas, o lugar é o "poço de Jacob" com toda a sua carga histórica e simbólica (cf. Gn 28, 10)3, e, finalmente, o tempo, "era por volta da hora sexta", isto é, meio-dia. A mesma expressão sobre o tempo é usada pelo autor aquando da crucificação (Jo 19, 14). A água "viva" que jorra do poço de Jacob também vai jorrar do "lado direito" do Crucificado (19,34).

O símbolo da "água" é um dos mais significativos do quarto evangelho. Aparece 12 vezes (2,7.9; 3,5; 4,7.12.13 .14 (bis). 15; 5,7; 7,38; 13, 5; 19, 34) e sempre em lugares ou espaços de revelação. Vale a pena ler os cinco passos do nosso texto:

4, 7: "...chegou certa mulher samaritana para tirar água..."

4, 12: "Onde consegues, então, a água viva?..."

4,13-15: "Todo aquele que bebe desta água voltará a ter sede, mas, quem beber da água que eu lhe der, nunca mais terá sede: a água que eu lhe der há-de tornar-se nele em fonte de água que dá a vida eterna... Senhor, dá-me dessa água, para eu não ter sede, nem ter de vir cá tirá-la."

E mais do que evidente que o autor opõe à água natural do poço de Jacob (Antigo Testamento) a água viva da revelação de Jesus (Novo Testamento). Desta forma, o Jesus joanico responde de maneira escatológica à repreensão de Jr 2, 13: "O meu povo cometeu um duplo mal: abandonou-me, a mim, nascente de águas vivas, e construiu cisternas para si, cisternas rotas, que não podem reter as águas." O sinal das Bodas de Caná (água-vinho novo e melhor), o sinal de Nicodemos (água-Espírito Santo) e o sinal da água-sangue que sai do lado do Crucificado (19,34), concentram-se no sinal da Samaritana de maneira compulsiva. A água do poço de Jacob recebe, em Jesus, uma performatividade simbólica e sacramental de continuidade e descontinuidade. A velha história entre judeus e samaritanos, que tantas feridas gerou, só será curada através desta nova água e deste novo poço, Jesus.

A partir deste centro de performatividade em volta da metáfora da "água", desenvolve-se um outro centro, o do "marido". Nas Bodas de Caná Jesus é o noivo-marido que se confunde com o "melhor vinho" das novas núpcias de Deus com o seu povo. Agora é o "marido" que substitui os cinco maridos de Samaria. De qualquer modo, o Jesus joanico distingue entre a verdade dos samaritanos e a dos judeus, afirmando de maneira absoluta: "a salvação vem dos judeus" (v. 22). O verdadeiro Messias-Profeta não é o Taheb dos samaritanos, mas o Messias anunciado por Moisés e pelos Profetas. Acontece que os samaritanos só reconheciam como Escritura Sagrada o Pentateuco samaritano, pondo de lado os profetas e demais escritos. Jesus afirma que é preciso receber como Palavra de Deus o cânon completo das Escrituras, isto é, o dos judeus. Logo, a verdade anunciada só pode vir dos judeus e não dos samaritanos. Mas chegou a hora em que esta Palavra anunciada deixa de ser apenas anunciada para ser realizada:"Mas chega a hora — e é já — em que os verdadeiros adoradores hão-de adorar o Pai em espírito e verdade... Eu sei que o Messias, que é chamado Cristo, está para vir... Sou Eu" (vv. 23-26).

A afirmação de Jesus: "Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos, pois a salvação vem dos judeus" (v. 22) tem sido interpretada de muitas maneiras. Há quem julgue que se trata duma glosa já que, ao longo do evangelho, Jesus manifesta-se sempre em oposição aos judeus. Mais ainda, o lado positivo desta afirmação de Jesus em relação à "salvação" que vem dos judeus, tem sido ultimamente muito defendida por causa da posição antissemita de muitos sectores religiosos e políticos4.

Este encontro com a samaritana determina a HORA escatológica de Jesus e a sua identidade ontológica — como acontece em todo o evangelho: "Mulher, acredita em mim: chegou a HORA em que, nem neste monte, nem em Jerusalém, haveis de adorar o Pai" (v. 21)... Jesus respondeu-lhe: 'SOU EU, que estou a falar contigo" (v. 26).

Ao longo da narrativa, a mulher vai crescendo na descoberta catequética da pessoa de Jesus: ele começa por ser apenas "um judeu" (v. 9), para ser depois "Senhor" (w. 11. 15. 19a ), "um Profeta" (v. 19b) e, finalmente, "Messias-Cristo" (v. 25). Neste "crescendo" de fé catequética Jesus responde-lhe, quando ela alcança o degrau de "Messias": "SOU EU, aquele que fala contigo" (v. 26). E a primeira vez que Jesus se apresenta como o EGO EIMI (cf. 8,24,28.58; 13,19; 18,5), cujas raízes assentam na apresentação de Deus-YHWH de Ex 3,14 (cf. Is 43,10; 45,18). A resposta de Jesus à samaritana sobre a sua identidade vai para além da compreensão da samaritana sobre a pessoa daquele homem como Messias e Profeta. Ele é AQUELE QUE É, ou seja, a presença do Deus vivo na terra. Este encontro "tinha que acontecer" porque é o encontro da manifestação-revelação da HORA DAQUELE-QUE-E. Só assim se compreende que, a partir de agora, Deus não se adora em Garizim ou Jerusalém, mas apenas em espírito e verdade, já que "Deus é espírito" (v. 24a). E só quem "nasce do Espírito é espírito" (3,6); logo, só quem nasce do Espírito compreende que adorar Deus vai para além de qualquer adoração dependente de determinantes religiosas puramente humanas e históricas, como era o caso presente das dissensões entre judeus e samaritanos5.

No segundo bloco (vv. 27-38) entram em ação os discípulos que, entretanto, tinham ido à cidade comprar alimentos. Quando regressam "ficam admirados por ele estar a falar com uma mulher" (v. 27), pois era culturalmente proibido um homem judeu estabelecer conversa com uma mulher, a sós. O imperfeito do verbo laleiti (elalei) indica que os discípulos se aperceberam que a conversa de Jesus com a mulher fora prolongada. Perante a estranheza da situação, os discípulos nada lhe perguntam, embora estejam admirados-chocados (thaumazein). O autor, ao contrário dos Sinópticos, poupa os discípulos de segundas intenções, sobretudo de intenções políticas. O autor do quarto evangelho serve-se da narrativa deste encontro para apresentar o "mistério" de Jesus sempre ligado a fatores de lugares geográficos, de tempo histórico e de personagens bíblicas. E este o significado da explicação do autor com as interrogações: "Mas nenhum perguntou:'Que procuras?', ou,'De que estás a falar com ela?'" (v. 27).

Os discípulos apenas insistem com Jesus para que coma dado o adiantado da hora e o cansaço (cf. v. 6): "Rabi, come" (v. 31b), mas Jesus recusa a comida. E o que aconteceu com a samaritana em relação às incompreensões normais sobre a água, acontece, agora, com os discípulos em relação à comida: "Será que alguém lhe trouxe de comer?" (v. 33). E assim como Jesus respondeu à samaritana com o óbvio da revelação: "Se conhecesses o dom de Deus... da água viva", também responde aos discípulos: "O meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e consumar a sua obra" (v. 34).
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Magalhães Luís
Notemos que a samaritana, no processo da sua catequese, já tinha atingido um escalão superior ao dos discípulos sobre a compreensão da pessoa de Jesus: "judeu", "Senhor", Messias", "Profeta". Os discípulos tratam Jesus apenas por "Rabi".

Os comentadores costumam apresentar a estranheza da lógica textual do bloco literário dos vv. 27-38. De fato, quando os discípulos entram em cena, a samaritana deixa o cântaro, desaparece e vai à cidade anunciar o que se passava entre ela e Jesus. '"Vinde ver um homem que me disse tudo o que eu fiz! Não será ele o Messias?' Eles saíram da cidade e foram ter com Jesus" (vv. 29-30).

Logicamente, a narrativa pressupõe que os samaritanos deviam entrar em contato com Jesus, tanto mais que o aoristo exèlthon ("saíram") é seguido do imperfeito èrgonto ("foram ter com ele"). Mas a verdade é que quem entra em cena são os discípulos, seguindo-se um diálogo de Jesus com eles e, depois, um monólogo de Jesus dirigido aos discípulos. Os samaritanos só aparecem depois deste diálogo e monólogo. Trata-se dum "intermezzo" literário que reforça o drama cristológico, presente em muitos textos do quarto evangelho.

O corte do diálogo entre a samaritana e Jesus é devido ao fato da mesma já ter sido catequizada por Jesus e se ver obrigada a levar a sua nova catequese aos habitantes de Sicar. Estamos perante um ato de missionação. Nunca mais aparece a samaritana a dialogar com Jesus, mas apenas com os samaritanos. Ela desaparece da cena para dar lugar à missão maior de Jesus com os samaritanos. O mesmo vamos encontrar, mais tarde, com Maria Madalena.

A mesma falta de lógica acontece com os discípulos. Eles pedem a Jesus que coma, mas ele recusa respondendo: "O meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e consumar a sua obra" (v. 34). Termina aqui o diálogo para, logo a seguir, depararmos com um monólogo de Jesus deveras misterioso:"Não dizeis vós: 'Mais quatro meses e vem a ceifa'? Pois eu digo-vos: Levantai os olhos e vede os campos que estão doirados para a ceifa. Já o ceifeiro recebe o seu salário e recolhe o fruto em ordem à vida eterna, de modo que se alegram ao mesmo tempo aquele que semeia e o que ceifa. Nisto, porém, é verdadeiro o ditado: 'um é o que semeia e outro o que ceifa'. Porque eu enviei-vos a ceifar o que não trabalhastes; outros se cansaram a trabalhar, e vós ficastes com o proveito da sua fadiga" (vv. 35-38). Qual é a lógica entre o v. 34 e os vv. 35-38?

Partindo do princípio de que Jesus é o enviado do Pai para realizar a sua obra, — o que ele, realmente, está a fazer -, os discípulos aparecem como enviados de Jesus para continuarem a realizar a mesma obra. O centro teológico reside no fato de Jesus ser o enviado do Pai (cf. 5,23-24.30.37; 6, 38-39.44; 7,16.18.28. 33; 9,4; 12,44-45.49; 13,20; 14,24; 15,21; 16,5) para realizar a sua obra. No v. 34 aparece o verbo teleiôsô no futuro ("levar ao fim a obra do Pai") que abrange a obra presente de Jesus e a futura hora dos discípulos. Por isso, no v. 38 Jesus diz: "Porque eu enviei-vos a ceifar o que não trabalhastes...". Jesus é o "enviado" do Pai que realiza, e os discípulos os "enviados" de Jesus, que não realizam. Estamos diante dum paradoxo estranho que tem a solução se percebermos que a obra do Pai, que Jesus realiza, só pode terminar na Cruz e morte.
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Magalhães Luís
Jesus começa por apresentar um provérbio popular: "Não dizeis vós: 'Mais quatro meses e vem a ceifa'? (v. 35). Devia ser um provérbio muito usual na cultura agrária do tempo, consoante a distância entre a sementeira, a ceifa e a colheita. Mas Jesus contradiz o provérbio ao afirmar logo a seguir: "Pois eu digo-vos: Levantai os olhos e vede os campos que estão doirados para a ceifa. Já o ceifeiro recebe o seu salário e recolhe o fruto em ordem à vida eterna, de modo que se alegram ao mesmo tempo aquele que semeia e o que ceifa" (vv. 35b-36). Jesus encurtou o tempo da ceifa pela escatologia realizada, típica do quarto evangelho. No contexto maior da narrativa do sinal com a samaritana estas palavras só podem significar que a "colheita samaritana", que se devia realizar mais tarde, já aconteceu com a ação de Jesus. A repetição de Jesus acerca da mesma realidade, mas com outras palavras: "Eu enviei-vos a ceifar o que não trabalhastes; outros se cansaram a trabalhar, e vós ficastes com o proveito da sua fadiga" (v. 38) acentua ainda mais o seu pensamento.

Sem dúvida que a narrativa arranca da missão da comunidade joanica junto dos samaritanos, a qual, é sabido, teve muito sucesso. Semelhante sucesso, de maneira analéptica, é posta, pelo autor, na pessoa de Jesus e não na dos discípulos. Os discípulos nada mais fizeram do que colher o que já fora semeado. Trata-se da primeira missão cristã junto de pagãos, razão porque o autor lhe concede um significado muito especial.

Ao longo da narrativa, Jesus é incompreendido pela samaritana e pelos discípulos, o que significa que a missão dos cristãos joanicos junto dos samaritanos nem sempre foi fácil, mas, diante da colheita final, o resultado é mais do que evidente: Jesus e os discípulos recebem o salário e recolhem o fruto da "vida eterna". Todos os verbos se encontram num presente de realização escatológica.

O paradoxo do v.38, tão discutido ("outros se cansaram a trabalhar, e vós ficastes com o proveito da sua fadiga"), fica esclarecido se repararmos no verbo "cansar" do v. 6: "Então Jesus, cansado da caminhada...". O enviado do Pai veio consumar a sua obra, e ela está à vista: "Levantai os olhos e vede os campos já doirados para a ceifa" (v. 35). Foi Jesus que tudo iniciou e preparou. Também é possível que o plural "outros se cansaram a trabalhar..!' tenha em vista igualmente João Batista e demais discípulos que baptizavam naquela região (v. 2). Deste modo, a narrativa descreve possíveis tensões, dentro da comunidade joanica, naquela região, acerca da primazia de quem começou com a missão — quem foram os primeiros semeadores e os que mais trabalharam. Não há motivo para discriminações ou glórias vãs porque tudo começa com o enviado do Pai que, por sua vez, envia os seus próprios discípulos a fim de que a obra a realizar seja completa e a "vida eterna da alegria" já esteja presente: "Já o ceifeiro recebe o seu salário e recolhe o fruto em ordem à vida eterna, de modo que se alegram ao mesmo tempo aquele que semeia e o que ceifa" (v. 36)6.

O sinal-narrativa termina com o bloco literário dos vv. 39-42, que explicita o v. 30: os samaritanos acreditaram na mulher, convidaram Jesus para permanecer dois dias com eles a fim de os catequizar, e acabaram por crer que Jesus é "o Salvador do mundo." A nível literário é o narrador-autor que tudo expõe (vv. 39-41), excepto o final sobre a profissão de fé dos samaritanos (v. 42).

O narrador expõe com clareza o "crescendo" catequético dos samaritanos: 1) "Muitos samaritanos creram em Jesus devido à palavra (dia ton logon: discurso) da mulher..." (v. 39); 2) "Então muitos mais creram nele devido à palavra dele (dia ton logon autou..." (v. 41). Antes da última catequese — a de Jesus -, a mais importante, há a da samaritana, que tem como conteúdo a "vida dos samaritanos" ("Ele disse-me tudo o que eu fiz"), isto é, a história real, política e religiosa entre judeus e samaritanos. Finalmente, chegou alguém da parte de Deus que tudo explica. Este conteúdo é importante se tivermos na devida conta as velhas saudades históricas da união das dez tribos do Norte com as duas do Sul (cf. 11, 52: "E não só pela nação, mas também para congregar na unidade os filhos de Deus que estavam dispersos").

Alguns autores distinguem entre a catequese da samaritana e a de Jesus. Embora o termo logos ("palavra"/"discurso"/"pregação") apareça tanto no discurso da samaritana como no de Jesus nos vv. 39 e 41, o mesmo já não acontece no v. 42: "Já não é "pelas tuas palavras" (lalia) que acreditamos; nós próprios "ouvimos e sabemos" que ele é verdadeiramente o Salvador do mundo." Neste caso, a samaritana apenas preparou o caminho para a catequese final de Jesus7. E a catequese de Jesus leva os samaritanos a acreditarem que ele é o Salvador do mundo. Semelhante confissão de fé só se encontra aqui e na 1Jo 4,14:"Nós o contemplamos e damos testemunho de que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo". O título sôtèr é tipicamente helênico, e, como tal, pouco utilizado no NT (cf. Lc 1, 47; 2, ll; Ac 5, 31; 13, 23; Fl 3, 20; 1Ti 1,1; 4,10; 2Ti 1,10; 2,13; 3,6; 2Pd 1,1. 11; 2,20; 3,18; Jd 25). Acreditar que Jesus é o "Salvador do mundo" é afirmar a universalidade da salvação messiânica, que ultrapassa todas as querelas religiosas de Samaria e Jerusalém, de judeus e pagãos (cf. 3,17).
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Magalhães Luís
-------- NOTAS DE RODAPÉ FUNDAMENTAIS -------

1. A figura messiânica do Taheb samaritano como alguém que descobriria a verdade final entre judeus e samaritanos continua em aberto, Gilmar Costa Leal. Esta figura parece ser tardia e, como tal, difícil de se aplicar aos tempos do autor do quarto evangelho. De fato, os documentos mais antigos são do séc. XIV, embora as tradições já sejam conhecidas no século quarto. Cf. Dexinger, F., Der Taheb. Ein "messianischer" Heilsbringer der samaritaner. Kairos, Religionswissenschaftliche Studien 3. (Otto Müller, Salzburg 1986); Hall, B.W., Samaritan Religion from John Hyrcanus to Baba Rabba:A critical examination of the relevant material in contemporary Christian literature , the writings of Josephus, and the Mishnah. Studies in Judaica 3. (Sydney University Press, Sydney 1987).
2. Alguns autores estruturam a narrativa do cap. 4 da seguinte maneira: 1) Jesus e a mulher samaritana I (4, 1-15; 2) Jesus e a mulher samaritana II (4, 16-30); 3) Comentário de Jesus (4, 31-38); 4) Jesus e os samaritanos (4, 39-42). É natural que a narrativa tenha sofrido alterações no período da tradição oral. Como veremos, a lógica interna a nível textual e semântico é complexa.
3. Cf. Macho, A Diez , Ms. Neophyti 1. Targum Palestinense. I. Gênesis ( C. S. I. C. Madrid 1968). A tradução-explicação do Targum aramaico a Gn 28, 1O descreve que "o nosso pai Jacob levantou a pedra do parapeito do poço, de modo que o poço extravasou água e esta subiu até à superfície e continuou a extravasar durante vinte anos, o tempo da sua vida em Haran."
4. Cf. Potterie, I. de la, "Nous adorons, nous, ce que nous connaissons, car le salut vient des Juifs": Histoire de l'exégèse et interpretation de Jn 4,22, Bib 64 (1983) 74-115;Thyen, H., «Das Heil kommt von den Juden». Em Dieter Liihrmann e Georg Strecker (eds.), Kirche: Festschrift fiir Gnther Bomkamm zum 75. Geburstag. (J. C. B. Mohr,Tubingen 1980) 163-184.
5. Cf. Betz, O., "To "Worship in Spirit and in Truth": Reflections on John 4, 20-26." Em Finkel, A. e Frizzel, L. (eds.), Standing Before God: Studies on Prayer in Scriptures and in Tradition with Essays in Honor of John M. Oesterreicher. (Ktav, New York 1981) 53-72; Freed, E. D.,"The Manner of Worship in John 4,23f.".Em Search the Scriptures: New Testament Studies in Honor of Raymond T. Stamm. Gettysburg Theological Studies 3. (E.J. Brill, Leiden 1969) 33-48; Haacker, K., "Gottesdienst ohne Gotteserkenntnis:Joh 4,22 vor dem Hintergrund des jüdisch-samaritanischen Auseinandersetzung." Em Benzing, B, Bocher, O., e Gunter Mayer (eds.), Wort und Wirklichkeit: Studien zur Afrikanistik und Orientalistik Eugen Ludwig Rapp zum 70. Geburstag Herausgegeben. (Hain, Meisenheim 1976) 110-126.
6. Cf. Robinson J. A.T.,"The 'Others' of John 4,38." StEv 1 (1958) 510-515; SegaUa,G" Volontà di Dio e dell'Uomo in Giovanni (Vangelo e Lettere). SrivBib 6. (Paideia, Brescia 1974); Okure,T., The Johannine Approach to Mission: A Contextual Study ofjohn 4, 1-42. WUNT 2a série 32 0. C. B. Mohr, Tubingen 1988).
7. Cf. Walker, R, «Jüngerwort und Herrenwort: Zur Auslegung von Joh 4, 39-42», ZNW 57 (1966) 49-54.
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Magalhães Luís
Extra para os cristãos: "Jesus dialogou com uma mulher samaritana e ofereceu-lhe uma água viva. A mulher imaginou essa água com raciocínios concretos. Pensou que ao beber, nunca mais teria sede. Uma água dessas hoje, devidamente comercializada, seria um tesouro sem preço. “Dá-me dessa água e assim nunca mais terei que voltar aqui”. Jesus corrigiu sua linha de pensamento. A água que ele oferecia não era mágica, mas um relacionamento: filhos e filhas adorando ao Criador em espírito em verdade. Infelizmente muitos evangélicos brasileiros propagandeiam água mágica. Pretensamente matando a sede de qualquer um no estalar dos dedos.

O evangelho não é produto ou grife, volto a repetir, mas uma alvissareira notícia. Não deveria se escravizar às regras do mercado. Ricardo Mariano em sua tese de doutoramento concluiu, para a vergonha de tantas igrejas neo-pentecostais: “As concessões mágicas feitas pelas igrejas pentecostais às massas desafortunadas, por certo, não constituem tão-somente meras concessões... observa-se que a oferta pentecostal de serviços mágicos segue cada vez mais uma dinâmica empresarial, ditada pela férrea lógica do mercado religioso, que pressiona os diferentes concorrentes religiosos a acirrarem seu ativismo e a tornarem mais eficazes suas ações e estratégias evangelísticas”.

Essa mercadoria religiosa caricaturada de evangelho não representa o leito principal da tradição apostólica. A indústria que encena essa coreografia carismática de muito barulho e pouca eficácia, não conta com o aval de Deus. Há de se voltar ao anúncio doloroso do arrependimento como primeira atitude para os candidatos ao Reino. Não se pode, em nome de templos lotados, omitir a mensagem da cruz. Precisa-se repetir sem medo a mensagem de Jesus: “Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me” (Marcos 8.34).

Se não voltarmos aos fundamentos do Evangelho, teremos sempre clientes religiosos, nunca seguidores de Cristo. Faremos proselitismo sem evangelizar. Aumentaremos nossa arrecadação sem denunciar pecados. Construiremos instituições humanas sem encarnação do Reino de Deus. E pior, continuaremos confundimos Jesus com Coca-Cola. No Maranhão há um refrigerante de grande sucesso com a marca Jesus. Entretanto, não se pode desejar alcançar o sucesso transformando Jesus numa soda e as igrejas em quiosques religiosos.

Que D'us tenha piedade de nós.

Soli Deo Gloria." - http://dovaniano.blogspot.pt/2009/01/mulher-samaritana-coca-cola-e-jesus.html



Rodrigo Mourão
Magalhães Luís o sr fez várias citações proféticas sobre cura, libertação, mudança de culto, etc etc etc. O sr leu o texto pelo menos? Os samaritanos rejeitam os demais profetas, creem apenas em Moisés. Esse texto não tem cunho essencialmente teológico, mas sim um cunho de mostrar a incoerência do que foi apresentado no NT. Quanto aos samaritanos serem politeístas isso é falácia, afinal criam na Torah, rejeitavam a ideia do politeísmo. Sem contar que suas fontes para afirmar a suposta crença politeísta dos samaritanos é muito anterior ao relato do NT, é antes até do período do exílio assírio.
Gosto  Hoje às 4:17

Magalhães Luís
Meu caro Rodrigo Mourão o meu objectivo é aludir indirectamente à pretensa incoerência. Menciono uma crítica à citação feita por o internauta Gilmar Costa Leal da figura messiânica do Taheb samaritano, que seria como alguém que descobriria a verdade final entre judeus e samaritanos, mas, salientei, que este dado continua em aberto. Esta figura parece ser tardia e, como tal, difícil de se aplicar aos tempos do autor (ou autores, hagiógrafo ou hagiógrafos) do quarto evangelho. De fato, os documentos mais antigos são do séc. XIV, embora as tradições já sejam conhecidas no século quarto. Cf. Dexinger, F., Der Taheb. Ein "messianischer" Heilsbringer der samaritaner. Kairos. Sei ainda que os Shamerim ("os chamados observantes" da TORAH, Lei), ainda que no hebraico moderno, este grupo é designado como os שומרונים, os de Shomron, ou seja, os da Samaria, isto de de acordo com as minhas fontes pedagógicas, têm uma alusão no Livro de Jeremias. Este livro do Tanach afirma que 150 anos após a queda do reino do Norte, os Israelitas do Norte apresentaram oferendas no templo de Jerusalém. Segundo o Livro dos Macabeus, as tropas samaritanas teriam se unido em 166 a.C. ao exército selêucida para combater os judeus durante a revolta dos Macabeus. No domínio da religião, os Samaritanos teriam também aceitado transformar o templo do Monte Garizim num templo helenístico.
No entanto, esta aliança política com os Selêucidas não deixou rasto nos samaritanos quando o domínio selêucida terminou. É portanto possível que tenha sido uma aliança política sem conteúdo religioso, embora esta aceitação reforce a acusação de paganismo que já se encontrava presente no Livro dos Reis.
As relações com os judeus foram em geral negativas durante toda a Antiguidade. Existia entre eles um ódio recíproco. Depois do sucesso da revolta judaica contra os selêucidas, o novo reino dos Hasmoneus, governado por João Hircano I conquista Siquém e destrói o templo do Monte Garizim (108 a.C.).
Os samaritanos tornam-se súditos de um Estado que não os considera como judeus. Contudo, Flávio Josefo refere que até à época do procurador romano de Coponius (6-8 d.C.), o Templo de Jerusalém encontrava-se aberto aos samaritanos.
Depois da conquista romana de 63 a.C. a Samaria conheceu várias reorganizações administrativas. Em 30 a.C. Augusto acrescenta-a ao reino de Herodes, o Grande. Em seguida, a província da Samaria e as cidades da costa são enquadradas na província romana da Síria (ou da Fenícia, conforme as épocas), escapando ao poder judeu. O Império Romano era tolerante para com as religiões dos povos conquistados.
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Magalhães Luís
Também temos o encontro dos samaritanos com o Islam. Destaco um período curioso. Em 1841 os ulemas de Nablus acusaram os Samaritanos de serem pagãos, o que desencorajava certos muçulmanos a incluí-los na sociedade islâmica. Esta crise foi resolvida graças à intervenção do Grão-Rabino da Palestina que emitiu um documento no qual atestava que os Samaritanos eram um ramo dos filhos de Israel.
No fim século XIX, o Samaritanos obtiveram o reconhecimento jurídico das autoridades otomanas através do sistema Millet.
No século XX, os viajantes descrevem a pequena população samaritana como miserável, composta por comerciantes e alfaiates.Observação importante: O Qu'rān (Alcorão) relata que os Samaritanos ja existiam na época do Êxodo. Ver na Surah 20:85-99.(http://quran.com/20)
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Magalhães Luís
"85. Disse-lhe (Deus): Em verdade, na tua ausência, quisemos tentar o teu povo, e o samaritano logrou desviá-los.
86. Moisés, encolerizado e penalizado, retornou ao seu povo, dizendo:
Ó povo meu, acaso o vosso Senhor não vos fez uma digna promessa?
Porventura o tempo vos pareceu demasiado longo? Ou quisestes que vos açoitasse a abominação do vosso Senhor, e por isso quebrastes a promessa que me fizestes?
87. Responderam: Não quebramos a promessa que te fizemos por nossa vontade, mas fomos obrigados a carregar os ornamentos pesados do povo, e os lançamos ao fogo, tal qual o samaritano sugeriu.
88. Este forjou-lhes o corpo de um bezerro que mugia, e disseram: Eis aqui o vosso deus, o deus que Moisés esqueceu!
89. Porém, não reparavam que aquele bezerro não podia responder-lhes, nem possuía poder para prejudicá-los nem beneficiá-los?
90. Aarão já lhes havia dito: Ó povo meu, com isto vós somente fostes tentados; sabei que vosso Senhor é o Clemente. Segui-me, pois, e obedecei a minha ordem!
91. Responderam: Não o abandonaremos e nem cessaremos de adorá-lo, até que Moisés volte a nós!
92. Disse (Moisés): Ó Aarão, que te impediu de fazê-los voltar atrás,
quando viste que se extraviavam?
93. Não me segues? Desobedeceste a minha ordem?
94. Suplicou-lhe (Aarão): Ó filho de minha mãe, não me puxes pela
barba nem pela cabeça. Temi que me dissesses: Criaste divergências
entre os israelitas e não cumpriste a minha ordem!
95. Disse (Moisés): Ó samaritano, qual é a tua intenção?
96. Respondeu: Eu vi o que eles não viram; por isso, tomei um punhado (de terra) das pegadas do Mensageiro e o joguei (sobre o bezerro), porque assim me ditou a minha vontade.
97. Disse-lhe: Vai-te, pois! Estás condenado a dizer (isso) por toda
vida: Não me toqueis! E terás um destino do qual nunca poderás fugir.
Olha para o teu deus, ao qual estás entregue; prontamente o
incineraremos e então lançaremos as suas cinzas ao mar.
98. Somente o vosso Deus é Deus. Não há mais divindades além d’Ele! A Sua sapiência abrange tudo!
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Magalhães Luís
99. Assim te citamos alguns dos acontecimentos passados; ademais, de Nós, concedemos-te a Mensagem."
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Magalhães Luís
Os samaritanos não possuem rabinos e não aceitam o Talmud (a tradição oral) dos judeus ortodoxos.
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Magalhães Luís
Para os Samaritanos, aquilo que os judeus chamam de primeiro mandamento ("Eu sou o YHWH teu D'us, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão") é apenas uma apresentação que Deus faz de si próprio; assim, o primeiro mandamento dos Samaritanos é o segundo mandamento dos Judeus ("Não terás outros deuses diante de mim"). Segundo os Samaritanos os judeus fizeram da apresentação de Deus o primeiro mandamento depois de terem retirado como décimo mandamento o dever de considerar o Monte Garizim como local de culto.
As crianças são iniciadas no estudo da Torah quando tem quatro ou cinco anos. Quando a criança leu a Torah por completo tem lugar uma cerimónia especial; atingir este objectivo pode variar segundo a criança, pelo que a cerimónia pode ocorrer entre os seis e os dez anos.
Mas mencionemos o "Credo" samaritano. O "Credo" samaritano baseia-se nos cinco seguintes pontos:
1. Unidade e unicidade de D'us.
2. O único profeta é Moisés.
3. A TORAH (Pentateuco, os cinco Livros de Moisés) é o único livro inspirado
4. O monte Garizim é o único lugar escolhido por D'us para situar um santuário, sede da sua santidade (segundo Dt 11:29 e 27:4, sendo que nesta última os Samaritanos lêem Garizim em vez de Ebal).
5. A ressurreição dos mortos ocorrerá antes do Juízo Final.
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Magalhães Luís
Outras práticas
Para além destas crenças e festas, os Samaritanos procuram seguir estas práticas:
1. Viver perto do Monte Gerizim (o que é posto em causa com a instalação de uma parte da comunidade em Israel).
2. Participação obrigatória de toda a comunidade no sacrifício da Páscoa.
3. Observância do Shabat.
4. Respeito pelas regras de pureza descritas na Torá. Neste sentido, os Samaritanos ainda seguem as regras do Levítico abandonadas pelos judeus, como a obrigação da mulher se isolar da comunidade durante o período da menstruação ou depois de ter dado à luz.
Os Samaritanos utilizam mezuzot mais grossas que as mezuzot judaicas, mas recusam o uso dos tefilin.
A menorá é considerada pelos Samaritanos como o seu símbolo nacional. A estrela de David, pelo contrário, não é por eles usada, já que se trata de um símbolo especificamente judeu que não é mencionado na Bíblia.
A circuncisão das crianças do sexo masculino é feita no oitavo dia.
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Magalhães Luís
De acordo com o seu livro de Crónicas (Sefer ha-Yamim), os Samaritanos consideram-se como descendentes das tribos de Efraim e de Manassés (duas tribos procedentes da Tribo de José) que viviam no reino de Israel antes da sua destruição em 722 a.C.. Esta visão está bastante próxima dos estudos da maior parte dos historiadores.

Os Samaritanos afirmam ainda que foram os Judeus a separarem-se deles aquando da transferência da Arca da Aliança no século XI a.C.. De acordo com a segunda das suas Sete Crónicas, foi o profeta Elias a causar o cisma quando estabeleceu em Siló um santuário que visava substituir o santuário do Monte Garizim.
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Magalhães Luís
Mais dados, estes vindo de eruditos cristãos fundamentalistas: "Looking back to 930 BC, notice that the first place Jeroboam (the basic philosophies of the Samaritans originated with Jeroboam. This is why we call the Samaritans, "Neo-Jeriboamites". Samaritans carry on the basic traditions that Jeroboam set in order in 930 BC when he set up two pagan worship centers to replace Jerusalem: Bethel and Dan) built a home was at Shechem located in the valley between Mt. Gerizim and Mt. Ebal. The anti-Jerusalem sentiment of Jeroboam is the foundation of what eventually gave birth to the Samaritans who are equally anti-Jerusalem. With the return of Judah from Babylon, the Samaritans were suddenly forced to defend, for the second time, why they would not worship in Jerusalem. Out of this the Samaritans chose Mt. Gerizim as their "Jerusalem"."
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Magalhães Luís
"Since the grand-daddy and "high priest" of the Samaritans was Jeroboam, it makes sense that they decided to center their religion on a mountain that overlooks their founder's first residence in the valley city of Shechem."
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Magalhães Luís
"But they needed to make one more important changes to history. They started teaching that Abraham sacrificed Isaac on Mt. Gerizim, not Mt. Moriah (ie. Jerusalem). So Mt. Gerizim became the "Holy Mountain" of the Samaritans after 516 BC, which was nothing more than a continuation of the ideas Jeroboam had introduced in 930 BC."
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Magalhães Luís
"The Jews falsely slandered Jesus for being a Samaritan probably because he was from Nazareth, a city north of Mt. Gerizim. Guilt by geography: "The Jews answered and said to Him, "Do we not say rightly that You are a Samaritan and have a demon?" John 8:48"
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Magalhães Luís
"How the Jesus viewed the Samaritans in 30 AD:

Jesus' viewed the Samaritans as apostates, just like the rest of Jews did. However, unlike his fellow Jews, Jesus did not shun them.
At the early stages of Jesus' ministry he did not view the Samaritans as being part of Israel but on the same level as Gentiles. This is important since the Samaritans were originally from the tribes that were part of the Kingdom of Israel as part of the 10 northern tribes:
"These twelve Jesus sent out after instructing them: "Do not go in the way of the Gentiles, and do not enter any city of the Samaritans; but rather go to the lost sheep of the house of Israel." Matthew 10:6
Jesus viewed the Samaritans as foreigners. Of the one Samaritan leper who Jesus cleansed:
"Were there not ten cleansed? But the nine-where are they? "Was no one found who returned to give glory to God, except this foreigner?"" Luke 17:11-18
Jesus was rejected by the Samaritans simply because he was on his way to Jerusalem. The bad feelings between the Jews and the Samaritans went both ways:
"When the days were approaching for His ascension, He was determined to go to Jerusalem; and He sent messengers on ahead of Him, and they went and entered a village of the Samaritans to make arrangements for Him. But they did not receive Him, because He was traveling toward Jerusalem. When His disciples James and John saw this, they said, "Lord, do You want us to command fire to come down from heaven and consume them?" But He turned and rebuked them, and said, "You do not know what kind of spirit you are of; for the Son of Man did not come to destroy men's lives, but to save them." And they went on to another village." Luke 9:51-56
A later time Jesus was making a similar trip to Jerusalem he healed a Samaritan of Leprosy. A miracle like this would surely impact his Samaritan village.
"While He was on the way to Jerusalem, He was passing between Samaria and Galilee. As He entered a village, ten leprous men who stood at a distance met Him; and they raised their voices, saying, "Jesus, Master, have mercy on us!" When He saw them, He said to them, "Go and show yourselves to the priests." And as they were going, they were cleansed. Now one of them, when he saw that he had been healed, turned back, glorifying God with a loud voice, and he fell on his face at His feet, giving thanks to Him. And he was a Samaritan. Then Jesus answered and said, "Were there not ten cleansed? But the nine-where are they? "Was no one found who returned to give glory to God, except this foreigner?"" Luke 17:11-18
Jesus bluntly told the woman at the well her religion is wrong: "You worship what you do not know; we worship what we know, for salvation is from the Jews." John 4:22
In spite of all this, Jesus used a Samaritan as the timeless example of a man doing unconditional good to a stranger in the Parable of the good Samaritan."
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Magalhães Luís
"The parable of the good Samaritan:

"Jesus replied and said, "A man was going down from Jerusalem to Jericho, and fell among robbers, and they stripped him and beat him, and went away leaving him half dead. "And by chance a priest was going down on that road, and when he saw him, he passed by on the other side. "Likewise a Levite also, when he came to the place and saw him, passed by on the other side. "But a Samaritan, who was on a journey, came upon him; and when he saw him, he felt compassion, and came to him and bandaged up his wounds, pouring oil and wine on them; and he put him on his own beast, and brought him to an inn and took care of him. "On the next day he took out two denarii and gave them to the innkeeper and said, 'Take care of him; and whatever more you spend, when I return I will repay you.' "Which of these three do you think proved to be a neighbor to the man who fell into the robbers' hands?" And he said, "The one who showed mercy toward him." Then Jesus said to him, "Go and do the same."" Luke 10:30-37

Jesus knew exactly how separate the good honest hearts from the bad in the way He told stories.
This amazing parable was spoken to a Jewish Lawyer and he made a Samaritan the hero! A Jewish Lawyer was one who is an expert in Mosaic law.
He used a priest, Levite and a Samaritan. The priest and Levite are vilified and the Samaritan is the hero! Wow how to make your audience hate you! But the honest listener would have to agree.
In this parable, an expert in Mosaic law, was being told to imitate the morals of a Samaritan who was being held up as a role model.
It is entirely possible that this was a recent and real news event."
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Magalhães Luís
"The Samaritan woman at the well converts to Jesus:

"There came a woman of Samaria to draw water. Jesus said to her, "Give Me a drink." For His disciples had gone away into the city to buy food. Therefore the Samaritan woman said to Him, "How is it that You, being a Jew, ask me for a drink since I am a Samaritan woman?" (For Jews have no dealings with Samaritans.) Jesus answered and said to her, "If you knew the gift of God, and who it is who says to you, 'Give Me a drink,' you would have asked Him, and He would have given you living water." She said to Him, "Sir, You have nothing to draw with and the well is deep; where then do You get that living water? "You are not greater than our father Jacob, are You, who gave us the well, and drank of it himself and his sons and his cattle?" Jesus answered and said to her, "Everyone who drinks of this water will thirst again; but whoever drinks of the water that I will give him shall never thirst; but the water that I will give him will become in him a well of water springing up to eternal life." The woman said to Him, "Sir, give me this water, so I will not be thirsty nor come all the way here to draw." He said to her, "Go, call your husband and come here." The woman answered and said, "I have no husband." Jesus said to her, "You have correctly said, 'I have no husband'; for you have had five husbands, and the one whom you now have is not your husband; this you have said truly." The woman said to Him, "Sir, I perceive that You are a prophet. "Our fathers worshiped in this mountain, and you people say that in Jerusalem is the place where men ought to worship." Jesus said to her, "Woman, believe Me, an hour is coming when neither in this mountain nor in Jerusalem will you worship the Father. "You worship what you do not know; we worship what we know, for salvation is from the Jews. "But an hour is coming, and now is, when the true worshipers will worship the Father in spirit and truth; for such people the Father seeks to be His worshipers. "God is spirit, and those who worship Him must worship in spirit and truth." The woman said to Him, "I know that Messiah is coming (He who is called Christ); when that One comes, He will declare all things to us." Jesus said to her, "I who speak to you am He." At this point His disciples came, and they were amazed that He had been speaking with a woman, yet no one said, "What do You seek?" or, "Why do You speak with her?" So the woman left her waterpot, and went into the city and said to the men, "Come, see a man who told me all the things that I have done; this is not the Christ, is it?" They went out of the city, and were coming to Him. Meanwhile the disciples were urging Him, saying, "Rabbi, eat." But He said to them, "I have food to eat that you do not know about." So the disciples were saying to one another, "No one brought Him anything to eat, did he?" Jesus said to them, "My food is to do the will of Him who sent Me and to accomplish His work. "Do you not say, 'There are yet four months, and then comes the harvest'? Behold, I say to you, lift up your eyes and look on the fields, that they are white for harvest. "Already he who reaps is receiving wages and is gathering fruit for life eternal; so that he who sows and he who reaps may rejoice together. "For in this case the saying is true, 'One sows and another reaps.' "I sent you to reap that for which you have not labored; others have labored and you have entered into their labor." From that city many of the Samaritans believed in Him because of the word of the woman who testified, "He told me all the things that I have done." So when the Samaritans came to Jesus, they were asking Him to stay with them; and He stayed there two days. Many more believed because of His word; and they were saying to the woman, "It is no longer because of what you said that we believe, for we have heard for ourselves and know that this One is indeed the Savior of the world."" John 4:7-42

The Samaritan woman at the well resulted in evangelizing the entire Samaritan city. Jesus Disciples are now told to start teaching the Samaritans. This reverses his previous ban on teaching them earlier on in his ministry.
It is important to keep in mind that Jesus bluntly told the Samaritan woman to her face that her religion was wrong, and yet she was honest enough to accept this and convert to Jesus.
He told her: "You worship what you do not know; we worship what we know, for salvation is from the Jews."
She could have taken offence, instead she went and brought back the whole town to hear more of this."
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Magalhães Luís
"The city of Shechem and Simon become Christians:

"Therefore, those who had been scattered went about preaching the word. Philip went down to the city of Samaria and began proclaiming Christ to them. The crowds with one accord were giving attention to what was said by Philip, as they heard and saw the signs which he was performing. For in the case of many who had unclean spirits, they were coming out of them shouting with a loud voice; and many who had been paralyzed and lame were healed. So there was much rejoicing in that city. Now there was a man named Simon, who formerly was practicing magic in the city and astonishing the people of Samaria, claiming to be someone great; and they all, from smallest to greatest, were giving attention to him, saying, "This man is what is called the Great Power of God." And they were giving him attention because he had for a long time astonished them with his magic arts. But when they believed Philip preaching the good news about the kingdom of God and the name of Jesus Christ, they were being baptized, men and women alike. Even Simon himself believed; and after being baptized, he continued on with Philip, and as he observed signs and great miracles taking place, he was constantly amazed. Now when the apostles in Jerusalem heard that Samaria had received the word of God, they sent them Peter and John, who came down and prayed for them that they might receive the Holy Spirit. For He had not yet fallen upon any of them; they had simply been baptized in the name of the Lord Jesus. Then they began laying their hands on them, and they were receiving the Holy Spirit. Now when Simon saw that the Spirit was bestowed through the laying on of the apostles' hands, he offered them money, saying, "Give this authority to me as well, so that everyone on whom I lay my hands may receive the Holy Spirit." But Peter said to him, "May your silver perish with you, because you thought you could obtain the gift of God with money! "You have no part or portion in this matter, for your heart is not right before God. "Therefore repent of this wickedness of yours, and pray the Lord that, if possible, the intention of your heart may be forgiven you. "For I see that you are in the gall of bitterness and in the bondage of iniquity." But Simon answered and said, "Pray to the Lord for me yourselves, so that nothing of what you have said may come upon me." So, when they had solemnly testified and spoken the word of the Lord, they started back to Jerusalem, and were preaching the gospel to many villages of the Samaritans." Acts 8:4-25

Shechem, the capital city of the Samaritans and Simon the sorcerer are converted. (Although some suggest the city of Samaria was "Sebaste", 11 km NW of ancient Shechem).
Shechem was converted though the preaching of Philip. Simon the sorcerer, was an example of the type of religion the Samaritans were willing to accept.
Simon used the same three techniques that modern Pentecostal/Charismatic preachers use to deceive followers into believing they possess supernatural powers: 1. Talk: "claiming to be someone great". 2. Testimony (of deceived followers): "This man is what is called the Great Power of God." 3. Tricks: "he had for a long time astonished them with his magic arts". (Max Dawson)
Simon presents a warning to those to follow Pentecostal/Charismatic preachers because: 1. Large numbers of people listen to them: "all were giving attention". The fact that large numbers of people supported Simon did not change the fact that he was a fraud. The fact that important people could vouch for him did not change error into truth, or change tricks into miracles. 2. The rich, famous and important people follow them: "greatest". 3. Long periods of time: "for a long time". (Max Dawson)"
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Magalhães Luís
"Churches established in Samaritan cities:

Churches were established in Samaritan cities: "So the church throughout all Judea and Galilee and Samaria enjoyed peace, being built up; and going on in the fear of the Lord and in the comfort of the Holy Spirit, it continued to increase." Acts 9:31
So after 1000 years the Samaritans had finally come home to their God by repenting and believing in Jesus and being baptized for the remission of their sins.
The Samaritans who rejected Jesus would share the same fate as the Jews who rejected Jesus: Hell. As far as Christianity is concerned, there is no spiritual difference between a pagan Gentile, a Samaritan and Jew today: They are all lost and need the blood of Jesus in order to be saved and get to heaven."
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"Mt. Gerizim is located next to Shechem and beside the oaks of Moreh:

"The woman said to Him, "Sir, I perceive that You are a prophet. "Our fathers worshiped in this mountain [Gerizim], and you people say that in Jerusalem is the place where men ought to worship." Jesus said to her, "Woman, believe Me, an hour is coming when neither in this mountain nor in Jerusalem will you worship the Father. "You worship what you do not know; we worship what we know, for salvation is from the Jews. "But an hour is coming, and now is, when the true worshipers will worship the Father in spirit and truth; for such people the Father seeks to be His worshipers. "God is spirit, and those who worship Him must worship in spirit and truth."" John 4:19-24

The Samaritans believed two false doctrines: 1. that Mt. Gerizim was the Holy Mountain of God. 2. The myth that Abraham sacrificed Isaac at Mt. Gerizim instead of Jerusalem as the Bible says.
Historically, the orthodox Jews who lived in Jerusalem began to claim that the "Mt. Gerizim" Samaritans had chosen, was in fact the wrong mountain. The orthodox Jews knew the Samaritans were at the true Mt. Gerizim, but were wanting to counter their anti-Jerusalem teachings by saying, "You Samaritans claim the Mt. Gerizim is your holy mountain, but you haven't chosen the wrong mountain for Mt. Gerizim. Obviously then, you are wrong when you say Jerusalem is not the true mountain of God." So the Orthodox invented a new lie to counter the lies of the Samaritans. This was unfortunate because even today in modern Israel, some Jews today continue to claim that the Mt. Gerizim of the Samaritans, is the not the true Mt. Gerizim. The true Mt. Gerizim, is located elsewhere near Jericho and Gilgal.
However the Bible is clear in that Mt. Gerizim is located beside Shechem, not Gilgal: The oaks of Moreh were beside Mt. Gerizim and two Bible verses place the oaks of Moreh beside Shechem (modern Nabulus). (Genesis 12:6 and Genesis 35:4.) Judges 9:7 likewise places Mount Gerizim directly beside Shechem: "Jotham went and stood on the top of Mount Gerizim, and lifted his voice and called out. Thus he said to them, "Listen to me, O men of Shechem, that God may listen to you." (Judges 9:7)
In 325 AD, Eusebius believed that the Samaritan's choice for Mt. Gerizim was wrong and said so in his Onomasticon which he wrote in 325 AD. He likely based this on the Bible verse that said it was opposite Gilgal: "Are they [Mt. Ebal and Gerizim] not across the Jordan, west of the way toward the sunset, in the land of the Canaanites who live in the Arabah, opposite Gilgal, beside the oaks of Moreh?" Deuteronomy 11:30. It is clear that "opposite Gilgal", does not mean beside Gilgal, as Eusebius claimed. It was beside the oaks of Morah, which was beside Shechem: Genesis 12:6 and Genesis 35:4.
In 325 AD Eusebius wrongly chose mountains sometimes called "Tyros" and "Thrax" above Aqaba jabr near Jericho. The Samaritans chose "Jebel es-Slamiyeh" and "Jebel et Tur". These are the traditional locations on all Bible maps today and are the correct locations.
Here is what Eusebius wrote in his Onomasticon in 325 AD:
Mt. Ebal: "Gaibal (Gebal). Mountain in the Promised Land where Moses commanded an altar to be built (at the command of Moses an alter was built). They say (there are) two neighboring mountains facing each other located at (near) Jericho, one of which (is said) to be Garizin [Gerizim], the other Gaibal [Ebal]. But the Samaritans erroneously point out two others near Neapolis (argue for two mountains near Neapolis but they err greatly) since the great distance of one from the other there shows that they are not able to hear one another when calling out from one (hear the voices calling out in turn blessing or cursing as Scripture records)." (Eusebius, Onomasticon 325 AD)
Mt. Gerizim: "Garizein (Garizin). Mountain where those calling out the blessing (curse) stood. Read the above mentioned Gaibal (Gebal)." (Eusebius, Onomasticon 325 AD)
Gilgal: "Golgol or Galgal. The Scriptures teach this is near Mt. Garisein and Mt.Gaibal. The place of Galgal is in the Jericho region (near Jericho). [Therefore the Samaritans err who would point out Mt.Gairsin and Mt.Gebal near Neapolis which Scripture testifies are near Galgal.]" (Eusebius, Onomasticon 325 AD)
Footnote from Onomasticon : This and the following entry can be treated together. The Onomasticon begins by recording the simple biblical information here. The generally accepted tradition is to follow the Samaritan tradition as given here. The two mountains are on either side of Neapolis (K. 4:28) and are Jebel es-Slamiyeh and Jebel et Tur. The Madaba Map reflects this tradition by having them near Shechem (K. 150:1) called Garizin and Gōbel. The pilgrims also recognize this identity. "At Neapolis is Mt Gazaren where the Samaritans say Abraham brought the sacrifice. And to ascend up to the summit are 300 steps. At the foot of the mountain is located a place by the name of Shechem" (Itin. Bourd. PPT I, 18). Zeno and Justinian built churches on Garizein according to Procopius Buildings V, vii, 5-17. Excavation of this area is going on. But Eusebius and Jerome prefer to follow an anti-Samaritan location. The Madaba map hesitates between the two opinions and so locates Gebal Garizeini near Ierichō [Jericho] (K. 104:25). The use of the LXX names in Ierichō region and the Aramaic in the Neapolis area may signify some preference. Since Josephus and the later Byzantines had the correct tradition, this rabbinic tradition must have developed in the late first and early second centuries. Procopius 905C is also confused: "This is situated at the Eastern part of Ierichō beyond Galgal" and he continues by denying the Samaritan tradition. Yet in 908A he seems to accept the Samaritan location and tradition. The two mountains near Jericho are probably those above Aqaba jabr sometimes called Tyros and Thrax. The Roman road to Jerusalem passed between them. In Interpretation of Hebrew Names "Gebal, ancient abyss or stone building" (87). (Eusebius, Onomasticon 325 AD)
In 542 AD, the Madaba map places the two mountains twice, in two different locations: On the Madaba map, the mountains of Ebal and Gerizim are in two different locations. One is at Shechem (Modern Nabulus) and one near Jericho and Gilgal. This is because the Orthodox Jews had created a new location near Jericho in their longstanding dispute with the Samaritans. Eusebius, Jerome and the creators of the Madaba map were fully aware of the two traditions and chose to represent both on the map. "
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Magalhães Luís
"8. Herbert Donner comments on this: "The mountains Gerizim and Ebal are represented twice on the Madaba Map: near Jericho and near Neapolis. What has happened here? The problem can be solved on the basis of Eus. On. 64:9-14 where, strangely enough, both mountains are indeed located near Jericho. Eusebius, however, does not fail to add: "The Samaritans show other ones near Neapolis, but they are wrong, for the mountains shown by them are too far from each other, so that it is impossible »[atenção!]« to hear one´s voice when calling to each other." Although this seems to be entirely intelligible and is confirmed by Deut. 27, the Samaritans were by no means wrong. Eusebius was wrong, and everybody knew it, perhaps he himself included. The Samaritans laid claim to the mountains, considering them to be their own holy mountains. Hostility to the Samaritans forced the orthodox Jews in Jerusalem to locate both mountains at another spot, for the Samaritans were not allowed to be right. Eusebius followed the orthodox Jewish tradition. The mosaicist, however, being well informed, preferred a Solomonic solution: he listed the mountains twice, indicating by larger letters that he regarded the location near Nabulus as being correct." (Herbert Donner, The Mosaic Map of Madaba, Kampen 1992, 24.48)
9. In the 1980's, Adam Zertal has chosen an entirely new location for Mt. Gerizim after discovering Joshua's Altar. Zertal believes the Samaritans chose the wrong mountain in 500 BC this was about 1000 years after Joshua built his altar in 1400 BC. Zertal reasons that the chances of them getting the mountain wrong is high because of the long time frame between Joshua and when they first chose Gerizim to be their "holy mountain". (900 years)"
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Magalhães Luís
"There is also a possibility that the Samaritans deliberately chose a different mountain because they wanted to create a new myth that Abraham sacrificed Isaac there. While Mt. Ebal is not in dispute, here is where Zertal believes Mt. Gerizim is really located. He chose this new location, because it is within view of a Hebrew altar he discovered which he believes to be Joshua's altar. One of the problems for Zertal, is that the altar doesn't directly point to his choice for Mt. Gerizim. Rather the altar is facing the open plains to the left of Zertal's Mt. Gerizim. Surely the altar would point directly to Mt. Gerizim since it was directly in view."
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Magalhães Luís
"Here is a close up of Zertal's choice for Mt. Gerizim taken from the south side of the altar. It is unfortunate that Zertal carries on the tradition of those orthodox Jews who lived from 400 BC - 30 AD that the Samaritans had chosen the wrong mountain for Mt. Gerizim. The Samaritans chose the correct mountain. Zertal is wrong."
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"10. When all has been examined it is clear that the correct location of Mt. Ebal is where Adam Zertal found Joshua's Altar. The correct location for Mt. Gerizim is where the Samaritans chose it. Zertal's choice for Mt. Gerizim is wrong. Eusebius is also wrong for locating the two mountains beside Jericho and Gilgal.
11. The Bible locates Mt. Gerizim beside Shechem. The Samaritan location at Shechem (Nabulus) is correct. The orthodox Jewish locations near Gilgal are wrong."
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"The history of Shechem, Mt. Ebal and Mt. Gerizim:

Today, ancient Shechem is located Tel Balata, which is about 3 km east of modern Nabulus. It may be that Tel Balata which literally means "a paving stone or tile" may in fact derive from Arabic balut, meaning "oak".
In 2085 BC Abraham left Haran at age 75 and the same year God appeared to him at Shechem: Gen 12:4. In 2085 BC, Abraham built an altar in Shechem beside the Oak of Moreh where God appeared to him and promised to give his seed the land: "Abram passed through the land as far as the site of Shechem, to the oak of Moreh. Now the Canaanite was then in the land. The Lord appeared to Abram and said, "To your descendants I will give this land." So he built an altar there to the Lord who had appeared to him." Genesis 12:6-7. Regarding the "Oaks of Moreh": Not just a single oak tree but a forest called the "oaks of Moreh" were located near, but not in Shechem, (Genesis 35:4) and apparently not directly on either of the two mountains: "Are they [Mount Gerizim & Ebal] not across the Jordan, west of the way toward the sunset, in the land of the Canaanites who live in the Arabah, opposite Gilgal, beside the oaks of Moreh?" Deuteronomy 11:29-30. The location of the oaks of Moreh are clearly outside the formal city limits of Shechem: "Then Hamor the father of Shechem went out to Jacob to speak with him." Genesis 34:6"
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Magalhães Luís
"In 1900 BC, Jacob after he had fled from Laban back to Canaan, he built an altar at the place he camped "before the city of Shechem", not in Shechem. He bought this land: "Now Jacob came safely to the city of Shechem, which is in the land of Canaan, when he came from Paddan-aram, and camped before the city. He bought the piece of land where he had pitched his tent from the hand of the sons of Hamor, Shechem's father, for one hundred pieces of money. Then he erected there an altar and called it El-Elohe-Israel." Genesis 33:18-20
In 1900 BC, just before Jacob moved from Shechem to Bethel, he hid the idols of his family under the "oak of Moreh" which was the very spot where Abraham had built an altar: "So they gave to Jacob all the foreign gods which they had and the rings which were in their ears, and Jacob hid them under the oak which was near Shechem." Genesis 35:4
In 1893 BC, Joseph was sold into slavery. Jacob sent Joseph to Shechem to find his brothers, who had moved on to Dothan, where they betrayed him: "Israel said to Joseph, "Are not your brothers pasturing the flock in Shechem? Come, and I will send you to them." And he said to him, "I will go."" Genesis 37:13
Joshua lived 1460 - 1350 BC: Joshua is described as a young man, a youth, when Israel left Egypt: (Ex 33:11; Num 11:28) He was chosen by Moses to fight Amalek at (Exodus 17:9) Rephidim. We would estimate that Joshua need be no less than 20 and probably 30 years old when he was given the responsibility of leading the armies of Moses. Since the exodus was 1440 BC and Joshua lived to be 110 years old. (Joshua 24:29) This means Joshua was born about 1460 BC and died 1350 BC. This means that Joshua began serving Moses at age 30, and served Moses for 40 years in the wilderness and then 40 years in Canaan after crossing the Jordan.
In 1400, when Israel crossed the Jordan, the tabernacle was first set in the Gilgal (Josh 4:19).
In 1390 BC, Joshua traveled from Gilgal, where the tabernacle was located, to Mt. Ebal beside Shechem to built the "altar of Joshua". The ark of the covenant was taken to Mt. Ebal and used in the blessings and curses ceremony, while the tabernacle remained at Gilgal. Josh 8:30
In 1385 BC, the tabernacle then moved to Shiloh (Josh 18:1,10) where he divided up the land by lot (Joshua 19:51). Shiloh was the central gathering point for Israel at the time of Joshua: "When the sons of Israel heard of it, the whole congregation of the sons of Israel gathered themselves at Shiloh to go up against them in war." Joshua 22:12.
In 110 AD, Josephus says that the tabernacle was first at Gilgal, then Shiloh after which Joshua built the Altar on Mt. Ebal. The correct order was Gilgal, Ebal, Shiloh: "The fifth year was not past, and there was not one of the Canaanites remained any longer, excepting some that had retired to places of great strength. So Joshua removed his camp to the mountainous country, and placed the tabernacle in the city of Shiloh, for that seemed a fit place for it, because of the beauty of its situation, until such time as their affairs would permit them to build a temple; and from thence he went to Shechem, together with all the people, and raised an altar where Moses had beforehand directed; then did he divide the army, and place one half of them on Mount Gerizim, and the other half on Mount Ebal, on which mountain the altar was; he also placed there the tribe of Levi, and the priests. (And when they had sacrificed, and denounced the [blessings and the] curses, and had left them engraved upon the altar, they returned to Shiloh. (Josephus, Antiquities 5.1.19, 68-70)
In 1385, Shechem became a central "city of refuge" for Ephraim and Manasseh: "They gave them Shechem, the city of refuge for the manslayer, with its pasture lands, in the hill country of Ephraim, and Gezer with its pasture lands," Joshua 21:21 (Josh 20:2,7; 1 Chronicles 6:67)
In 1380, From Shiloh, Joshua sent the tribe of Reuben transjordan for their inheritance: Joshua 22:9. The sons of Reuben built an exact replica of the altar of burnt offering in the tabernacle at Shiloh on the east side of the Jordan which created a huge problem. Altars had to be endorsed directly by God or else they were considered apostate and rebellious: "Thus says the whole congregation of the Lord, 'What is this unfaithful act which you have committed against the God of Israel, turning away from following the Lord this day, by building yourselves an altar, to rebel against the Lord this day?" Joshua 22:16 "Therefore we said, 'It shall also come about if they say this to us or to our generations in time to come, then we shall say, "See the copy of the altar of the Lord which our fathers made, not for burnt offering or for sacrifice; rather it is a witness between us and you." '" Joshua 22:28
In 1350 BC Just before Joshua died, the tabernacle "sanctuary of the Lord" was moved from Shiloh to Shechem and placed near the Oaks of Moreh. Joshua gathered all the people there for his farewell address: "Then Joshua gathered all the tribes of Israel to Shechem, ... and they presented themselves before God." (Joshua 24:1). He also set up a memorial stone directly underneath the very oak that Abraham had built an altar near and Jacob had hid his family idols underneath: "So Joshua made a covenant with the people that day, and made for them a statute and an ordinance in Shechem. And Joshua wrote these words in the book of the law of God; and he took a large stone and set it up there under the oak [of Moreh] that was by the sanctuary of the Lord. Joshua said to all the people, "Behold, this stone shall be for a witness against us, for it has heard all the words of the Lord which He spoke to us; thus it shall be for a witness against you, so that you do not deny your God." Then Joshua dismissed the people, each to his inheritance." Joshua 24:25-28
In 1350 BC, Joshua died and was buried at Timnath-serah: Josh 24:30. At the same time Joseph, who had died in Egypt 450 years earlier (1800 BC), was buried at Shechem in a plot of land Jacob had bought 550 years earlier (1900 BC): "Now they buried the bones of Joseph, which the sons of Israel brought up from Egypt, at Shechem, in the piece of ground which Jacob had bought from the sons of Hamor the father of Shechem for one hundred pieces of money; and they became the inheritance of Joseph's sons." Joshua 24:32; Genesis 33:18-20; Acts 7:16.
Today, the tomb of Joseph is located east of modern Nabulus between Tel Balata and Sychar: "one of the tombs whose location is known with the utmost degree of certainty and is based on continuous documentation since biblical times. (Zvi Ilan, Tombs of the Righteous in the Land of Israel, p. 365)"
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Magalhães Luís
"On 7 October 2000, Joseph's Tomb, the third most holy place in Judaism, was destroyed by Muslims. It is located east of modern Nabulus between Shechem (Tel Balata) and Sychar at the foot of Mt. Ebal. It had come under attack and the Israeli Defense Forces (IDF) withdrew after gaining reassurances from the Palestinian Authority (PA) that they would protect the site in accordance with their obligations under the Oslo Accords to protect holy sites. Two hours after the withdrawal Muslims began destroying the site. It was burned and torn down stone by stone, then bulldozed. It was immediately declared a Muslim holy site."
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Magalhães Luís
Vamos agora à polémica: "Jesus tells the Samaritan woman he met at the well; "I am the Messiah." When he suggests this to the men in the synagogue in Nazareth in Mark 6 they wanted to kill him after he says as "the Messiah he has not come to minister to the Jews of Judah, but rather to other nations, the foremost being two cities in Lebanon, Serepta and Sidon". The citizens of these cities also believe Jesus is a Prophet and Messiah. Is this because they were once part of the Kingdom of Israel that Omri founded in Samaria."
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Magalhães Luís
Was Jesus 'The Restorer' the Samaritan Prophet?
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Magalhães Luís
»»»»»» "'The Restorer' is suposed to raise the dead, as Jesus does in Matthew 27:53. »»«« Jesus's disciples are oblivious about Jesus being resurected, in some passages. »»«« Was it because they understood he would restore the Samaritan temple and at the same time raise the dead, and that was the pinacle of his ministry?
I suspect (assim o afirma intuitivamente ["Eu suspeito que ele casou com a mulher samaritana para cumprir diversas profecias, sendo uma delas, a de Moisés ter casado com a mulher que encontrou junto ao poço"] esta "curiosa e simbólica" fonte deveras bem polémica: »»»»»»««««« http://osdir.com/ml/culture.templar.rosemont/2006-08/msg00016.html) he married the Samaritan woman so as to fulfill several prophecies, one being Moses married the woman he met at the well.
Being a Samaritan, the Jews would call her a shigsa, a whore."
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Magalhães Luís
Foi um aparte curioso.
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Magalhães Luís
Voltemos a centrar-nos. Informação interessante: "In all likelihood, from very early times into the Middle Ages Samaritans and Jews probably got along the way Jews, Christians and Muslims have got along in the Middle East in recent centuries.

Perhaps typical to the ongoing situation are the following quotes from Pummer, in The Samaritans in Egypt -

“Although in general the relationship between Jews and Samaritans seems to have been cordial, there were incidents in which animosity came to the fore. One such episode is described by Elijah Capsali (c. 1483-1555) in his work Sefer Eliyahu Zuta (also called Seper de-Vei Eliyahu), which he wrote in 1523. He mentions a Samaritan by the name of Sadaqa, a very rich man who had great influence with the Muslim authorities. It seems that this Sadaqa was the main instigator of an attempted massacre of the Jews at the end of the Mamluk rule when, in 1517, the Ottoman sultan Selim I (born 1467 or 1470, died 1520) conquered Cairo …. Uncertain is also what happened to the Samaritan synagogue in Cairo. While I. Ben-Zvi claims that the Samaritan synagogue in Cairo was taken over by Jews in 1708, others believe that it was the Karaites who took it over”".
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Magalhães Luís
To quote from Bowman [John Bowman, The Importance of Samaritan Researches."Annual of the Leeds University Oriental Society 1 (1958-59): 43-54]

“…the Samaritans are important as living witnesses to ancient traditions and practice. They are our only link with the old Zadokite priesthood of Jerusalem. Their sacrifices, their stress on levitical purity, their calendar, all may be survivals of the early post-Exilic period …”

I would stress the word “may” in Bowman’s statement. »» http://www.adath-shalom.ca/samaritan_origin.htm
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Magalhães Luís
Problems in Samaritan Studies
Quality and Quantity of Researchers
a) Quality and Quantity of Researchers
From its inception, Samaritan Studies have been crippled by the small number of qualified researchers willing to dedicate a major portion of their professional careers to Samaritan history, culture, languages, literature etc. In part, this is probably due to a combination of limited interest within the academic community, the difficulty of mastering the necessary languages (see below) and the fact that there are clearly no literary masterpieces in the Samaritan literary corpus. On the other hand, scholars of modest capabilities, may find attractive, being a “big fish in a small pond”.
This field has been blessed by a few first-class scholars (such as Ben-Hayyim, Cowley, Crown, Macuch, Montgomery, Pummer, Purvis, Tal) more mediocre scholars and some a good deal worse than that. Unfortunately, some of the poorer scholars have published the most, and in English the most accessible of languages. Poor scholarship, often picked up in secondary literature, is a serious problem since, in such a slow developing field a book can remain in current use for many decades and thus poor scholarship can mislead almost ad infinitum.
At present, the greatest need is for: (a) an English translation of Ben Hayyim's Tibat Marqe: A Collection of Samaritan Midrashim, (Jerusalem: Israel Academy of Sciences and Humanities, 1988 (Hebrew); and, (b) a critical edition and translation of the Defter - the core Samaritan liturgy.

b) The Language problem
To work seriously in Samaritan Studies it is necessary to master the following languages: Samaritan Biblical Hebrew, Samaritan Aramaic, Samaritan Arabic, Samaritan Modern Literary Hebrew (a derivative of Biblical Hebrew), English, German, French and Modern Hebrew often written in a rather difficult style and sometimes even Russian. To this level of linguistic competence must be added all the skills and competences necessary to do something useful with the material after you have read it. It is hardly to be wondered at that few scholars measure up.
What can be done to ease this burden?
First of all, the need for competencies in Biblical Hebrew, Samaritan Aramaic, Samaritan Arabic, and Samaritan Modern Literary Hebrew can be reduced, for many types of work, by providing careful English translations of critical editions of the major Samaritan texts.
Secondly, the field could standardize on publishing in English. From the beginning of Samaritan Studies English has been the major modern language of publication. It is now the “New Latin” – a language that any scholar in any field, can be expected to be able to read fluently. This will be hard to swallow for Israelis, as well as German and French speakers. However, it is the path taken in most fields of study in the world and a clear necessity if Samaritan Studies is to prosper as it should.
I will give just two clear, and important, examples of mediocre scholarship pushing out outstanding scholarship because the former was published in English while the outstanding scholarship was published in a difficult Modern Hebrew
- Macdonald’s edition of Memar Marqah with English translation (John Macdonald, ed. and trans., Memar Marqah: the Teaching of Marqah. 2 vols. Beihefte zur Zeitschrift für die Alttestamentliche Wissenschaft, 84. Berlin, 1963) in preference to Ben-Hayyim’s (Z. Ben-Hayyim, Tibat Marqe (Jerusalem: The Israel Academy of Sciences and Humanities, 1988)
- Gaster’s edition of Al-Asatir (The Samaritan Book of the Secrets of Moses, 1927) in preference to Ben-Hayyim’s ("Sefer Asatir," Aramaic text and modern Hebrew translation by J. Ben-Hayyim. Tarbitz 14 (1943): 104-114, 123-125; Tarbitz 15 (1944): 79-86) see Encyclopaedia Judaica vol. 2 cols. 510-511
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Magalhães Luís
nnex 1

Some Thoughts of the Differing Fates of Samaritans and Jews

The Samaritan mindset, like that of the Sadducees seems to have been conservative. They rejected the Hebrew Bible beyond Deuteronomy and have preserved no literature of their own prior to the 4th century CE. Centuries later than main stream Judaism, they accepted the synagogue, the substitution of prayer for the sacrificial service other than Passover and belief in the resurrection of the dead. Main stream Samaritanism aborted the development of a rabbinate despite early developments in that direction[38]. Thus priestly leadership, founded on a monopoly of the interpretation of Torah, has continued to the present day. The Samaritans have been so tied to their holy mountain that they could not escape plagues, wars, frequent Christian and Muslim persecutions and other calamities when they visited the area[39]. Their Diaspora communities were bled continuously to help build up the declining population at Shechem-Nablus. One wonders whether such a priest-temple centred worship could hold the allegiance of those far away who could always convert or informally join the Jewish, Christian or Muslim communities.

By contrast, Rabbinic Judaism has periodically, in the past, been willing to “reinvent” itself. Its “canonization” process has, if unacknowledged, effectively continued to the present (e.g. Acceptance as normative of the Hebrew Bible beyond Deuteronomy, the Mishnah, Gemara, Rashi, Maimonides, Shulkhan Arukh, Zohar etc. etc.)

Rabbinic Judaism has developed in the Oral Law a method of changing to meet new circumstances while maintaining Deuteronomy’s theo-centricity.

Through the development of the Oral Law, yeshivot, prayer and the synagogue, Judaism became fully portable. Perhaps, the Temple sacrifices were not renewed after the Roman destruction of Jerusalem because Judaism had already found it to be an anachronism from the removal of which the Jews benefited.




Annex 2
Samaritans in the New Testament

The following are the New Testaments texts mentioning the Samaritans with a few comments of my own. I will take the texts as they stand fully realizing that they may not, in fact, closely to what Jesus may have said[40].

1. John, chapter 4:3-22


3: he left Judea and departed again to Galilee.
4: He had to pass through Samaria.
5: So he came to a city of Samaria, called Sychar, near the field that Jacob gave to his son Joseph.
6: Jacob's well was there, and so Jesus, wearied as he was with his journey, sat down beside the well. It was about the sixth hour.
7: There came a woman of Samaria to draw water. Jesus said to her, "Give me a drink."
8: For his disciples had gone away into the city to buy food.
9: The Samaritan woman said to him, "How is it that you, a Jew, ask a drink of me, a woman of Samaria?" For Jews have no dealings with Samaritans.
10: Jesus answered her, "If you knew the gift of God, and who it is that is saying to you, `Give me a drink,' you would have asked him, and he would have given you living water."
11: The woman said to him, "Sir, you have nothing to draw with, and the well is deep; where do you get that living water?
12: Are you greater than our father Jacob, who gave us the well, and drank from it himself, and his sons, and his cattle?"
13: Jesus said to her, "Every one who drinks of this water will thirst again,
14: but whoever drinks of the water that I shall give him will never thirst; the water that I shall give him will become in him a spring of water welling up to eternal life."
15: The woman said to him, "Sir, give me this water that I may not thirst, nor come here to draw."
16: Jesus said to her, "Go, call your husband, and come here."
17: The woman answered him, "I have no husband." Jesus said to her, "You are right in saying, `I have no husband';
18: for you have had five husbands, and he whom you now have is not your husband; this you said truly."
19: The woman said to him, "Sir, I perceive that you are a prophet.
20: Our fathers worshiped on this mountain; and you say that in Jerusalem is the place where men ought to worship."
21: Jesus said to her, "Woman, believe me, the hour is coming when neither on this mountain nor in Jerusalem will you worship the Father.
22: You worship what you do not know; we worship what we know, for salvation is from the Jews.

This story exhibits the Jewish view of the Samaritans: i.e.

Their vessels are ritually impure (a very Pharisaic concern!)
They are unchaste – she has had 5 husbands and a lover
Cultic-religious differences i.e. they worship on the wrong mountain and they worship in ignorance (vs. 22)

The story also illustrates the Samaritan claim to be the true Israel (“our father Jacob” in vs. 12). It should be noted that Jesus rejects this claim in vs. 22.

From a Christian point of view, the story’s point is that, if even the corrupt Samaritans recognize Jesus as a prophet how much more should the Jews!

2. Luke, chapter 17:11-18

11: On the way to Jerusalem he was passing along between Samaria and Galilee.
12: And as he entered a village, he was met by ten lepers, who stood at a distance
13: and lifted up their voices and said, "Jesus, Master, have mercy on us."
14: When he saw them he said to them, "Go and show yourselves to the priests." And as they went they were cleansed.
15: Then one of them, when he saw that he was healed, turned back, praising God with a loud voice;
16: and he fell on his face at Jesus' feet, giving him thanks. Now he was a Samaritan.
17: Then said Jesus, "Were not ten cleansed? Where are the nine?
18: Was no one found to return and give praise to God except this foreigner?"

Here the Samaritan is classed as a foreigner. From a Christian polemical point of view, once again, this illustrates the point that if even the Samaritan is grateful how much more should be the Jews the true Israel. The point of the Good Samaritan story (Luke 10:20-37) is analogous, although the story contains other elements.

3. Matthew, chapter 10:1 and vss. 5-7

1: And he called to him his twelve disciples and gave them authority over unclean spirits, to cast them out, and to heal every disease and every infirmity….
5: These twelve Jesus sent out, charging them, "Go nowhere among the Gentiles, and enter no town of the Samaritans,
6: but go rather to the lost sheep of the house of Israel.
7: And preach as you go, saying, `The kingdom of heaven is at hand.'

Jesus is once again classing the Samaritans with the gentiles.

4. John, chapter 8:48-49

48: The Jews answered him, "Are we not right in saying that you are a Samaritan and have a demon?"
49: Jesus answered, "I have not a demon; but I honor my Father, and you dishonor me.

Perhaps, here the appellation of “Samaritan” was taken by Jesus as being the equivalent of insane or, perhaps, Jesus considered the accusation to be such a low blow that he wouldn’t stoop to answer it.
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Magalhães Luís
From (from Ha'aretz Magazine, Friday, October 29, 1999)
YHWH and his Consort
How many gods, exactly, did Israel have? Together with the historical and political aspects, there are also doubts as to the credibility of the information about belief and worship. The question about the date at which monotheism was adopted by the kingdoms of Israel and Judea arose with the discovery of inscriptions in ancient Hebrew that mention a pair of gods: YHWH and his Asherath. At two sites, Kuntilet Ajrud in the southwestern part of the Negev hill region, and Khirbet el-Kom in the Judea piedmont, Hebrew inscriptions have been found that mention 'YHWH and his Asherah', 'YHWH Shomron and his Asherah', 'YHWH Teman and his Asherah'. The authors were familiar with a pair of gods, YHWH and his consort Asherah, and send blessings in the couple's name. These inscriptions, from the 8th century BCE, raise the possibility that monotheism, as a state religion, is actually an innovation of the period of the Kingdom of Judea, following the destruction of the Kingdom of Israel. Ze'ev Herzog
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Magalhães Luís
Dado adicional: "Thus the Ammonites and Moabites were descendants (through incest!) of Lot, Abraham’s nephew; the North Arabians were descendants of Abraham through Hagar while the South Arabians and Midianites were descendants of Abraham through Keturah; the Edomites were descendants of Isaac through Esau as were the Amalekites. We can thus envisage the genealogy arising in a situation in which the authors saw Israel’s relationship to surrounding nations, in descending order of closeness as: (a) Edomites and Amalekites - family but murderous; (b) North and South Arabians and Midianites; (c) Moabites, Ammonites (and Arameans)."
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Magalhães Luís
Bibliografia adicional: Samaritans and Jews. The Origin of Samaritanism Reconsidered by R. J. Coggins, Oxford Hendrickson Publishers, 2002.
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Magalhães Luís
"Many and great are the services which I have rendered you in the course of the war, with the help of God, when I was in Coele-Syria and Phoenicia, and when I came with the Jews to Leontopolis in the nome of Heliopolis and to other places where our nation is settled; and I found that most of them have temples, contrary to what is proper, and that for this reason they are ill-disposed toward one another, as is also the case with the Egyptians because of the multitude of their temples and their varying opinions about the forms of worship; and I have found a most suitable place in the fortress called after Bubastis-of-the-Fields, which abounds in various kinds of trees and is full of sacred animals, wherefore I beg you to permit me to cleanse this temple, which belongs to no one and is in ruins, and to build a shrine to the Most High God in the likeness of that at Jerusalem and with the same dimensions, on behalf of you and your wife and children, in order that the Jewish inhabitants of Egypt may be able to come together there in mutual harmony and serve your interests. For this indeed is what the prophet Isaiah foretold, "There shall be an altar in Egypt to the Lord God," and many other such things did he prophesy concerning this place" (Josephus, Ant. 13.65–68).
»» "WHEN Masada was thus taken, the general left a garrison in the fortress to keep it, and he himself went away to Cesarea; for there were now no enemies left in the country. Caesar gave orders to Lupus to demolish that Jewish temple which was in the region called Onion, and was in Egypt, which was built and had its denomination from the occasion following: Onias, the son of Simon, one of the Jewish high priests fled from Antiochus the king of Syria, when he made war with the Jews, and came to Alexandria. Onias built a fortress and a temple, not like to that at Jerusalem, but such as resembled a tower. He built it of large stones to the height of sixty cubits; he made the structure of the altar in imitation of that in our own country, and in like manner adorned with gifts. The king also gave him a large country for a revenue in money, that both the priests might have a plentiful provision made for them, and that God might have great abundance of what things were necessary for his worship. There had been also a certain ancient prediction made by a prophet whose name was Isaiah, about six hundred years before, that this temple should be built by a man that was a Jew in Egypt. And this is the history of the building of that temple.
And now Lupus, the governor of Alexandria, upon the receipt of Caesar's letter, came to the temple, and carried out of it some of the donations dedicated thereto, and shut up the temple itself. When he had shut up the gates, he made it entirely inaccessible, insomuch that there remained no longer the least footsteps of any Divine worship that had been in that place. Now the duration of the time from the building of this temple till it was shut up again was three hundred and forty-three years." (Jewish Wars, Book 7, Chapter 10 http://wesley.nnu.edu/josephus/war-7.htm)
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Magalhães Luís
Importante: Samaritan sects | See "Sects and Movements by J Fossum both in The Samaritans", Alan D. Crown. »» The Dosethian sect showed a number of parallels to the Pharisees. However, in Judaism the Pharisees eliminated the conservative Sadducees; in Samaritanism the conservative priestly establishment swallowed up the Dosethians. In the 8th century CE the Karaites split off from Rabbinic Judaism largely rejecting rabbinic tradition and mainly taking a literal approach to interpreting the Hebrew Bible. This led to many parallels with the Samaritans and a considerable use by the Samaritans of karaite literature and even acceptance of some Karaite halakhic views.
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Magalhães Luís
The Samaritans accept registry as a Jew ("Shomroni Yehudi") despite regarding themselves as descendants of the tribes of Israel, in distinction from the tribe of Judah. The term "Jew" does not relate exclusively to the descendants of Judah, but in general to the Children of the People of Israel. Also the Karaites today, call themselves, "Yehudim Karaim" (Karaite Jews), and some of them are formally registered in this way. The Ethopian Jews are regarded by the rabbinical authorities as the descendants of the tribe of Dan, and are called "Yehudei Etiopia" (Ethopian Jews), but since their integration with mainstream Judaism, are acknowledged and registered as Jews, with no indication of their origin. (Korinaldi 2001: 2)
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Magalhães Luís
Vou mencionar agora o erudito Marqah. »Vide a seguinte citação» "Marqah was a Samaritan scholar living in the fourth century CE. He is the probable author of the Targum a mostly literal translation of the Torah from Hebrew to Palestinian Aramaic. Marqah is responsible for the second most important Samaritan writings after the Torah itself - Memar Marqah. MacDonald dates the work and its author to the late third or early fourth century CE (MacDonald 1964: 42). (Partly because of the inclusion of contemporaneous Greek vocabulary.)

The proximity to the dominant Christianity of the late Roman and Byzantine era in Israel and the Samaritan diaspora allowed for New Testament influence on the status of Moses. The development of the doctrine of Moses by Marqah can be seen as a reaction to Christian comparisons of Jesus Christ and Moses (MacDonald 1964: 189).

This Samaritan system of belief in Moses clearly parallels New Testament teachings in the belief of Christ (MacDonald 1964: 150):

'He who believes in Moses believes in his Lord' (Memar IV: 7);
'You believe in God, believe also in me (Christ)' (John 14:1)." - http://www.anthrobase.com/Txt/I/Ireton_S_01.htm
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Magalhães Luís
"For much if not all of the 11th to 15th centuries CE the Samaritans, and the Karaites in Cairo, fell under the religious and civil jurisdiction of the Jewish Nagid or Rayyis al Yahud. This Rayyis or Ra'is was appointed from among the Rabbinite Jews by the Muslim caliphate. According to Goitein the role corresponded to that of the Christian patriarchs. No differentiation was made by the Muslim authorities between the Jewish sects and Samaritanism. Unlike the Karaites, who in Egypt were generally well integrated with the Rabbinites and often intermarried with them, the Samaritans did not recognise the Jewish religious authorities (Goitein 1967). Goitein also notes that on occasion poorer members of the Samaritan community would apostate to Rabbinite Judaism.

Uniquely in these days of globalisation the Samaritans prove the exception to Hobsbawm's observation: 'never was the word "community" used more indiscriminately and emptily than in the decades when communities in the sociological sense became hard to find in real life' (Hobsbawm 1994: 428).

Perhaps more than any other 'ethnie' the Samaritans are a bounded group. This boundedness is loosening (in some respects) as shall be seen in chapter 2. Endogamy is and still is blighting the community leading to a disproportionate number of deaf mutes and cripples. In response to this and the current imbalance between the number of marriageable males and females, exogamy has become commonplace. Most young Israeli Samaritan men marry Jewish women who are then brought into the faith.

Despite this loosening, self-identity for Samaritans as individuals seems to be subsumed to their self-identity as a community. Although they interact with and are part of the modern, globalised world they are still inherently members of a bounded group. Samaritans have what Hobsbawm considers the modern man and woman are striving for - a group 'to which they can belong, certainly and forever in a world in which all else is moving and shifting, in which nothing else is certain' (Hobsbawm 1996: 40).

Now Samaritans live 'only in Holon and Mount Gerizim, but we can travel all over the world'. Despite the general ignorance of the Jewish Israeli populace there has been reconciliation between the two faiths. This is partly as a result of the patronage of Ben Tzvi and also of sympathetic Israeli scholastic interest. (Especially since the mid twentieth century CE and the legacy of Professor Ben Hayyim.)" -http://www.anthrobase.com/Txt/I/Ireton_S_01.htm
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Magalhães Luís
Dado fundamental: "I would argue that the tactical management of Samaritan boundaries and in turn their ethnoreligious distinctiveness is not a recent development but a continuing centuries-old process. Initially a boundary was established between the Samaritans and returnees from Babylon. The origin of the snub to the Samaritans may be mythical, but their subsequent refusal to accept Jewish additions to the biblical canon has helped preserve differentials.

Conversely, influence from the more distant Christianity and Islam has allowed the Samaritans to adapt to a changing environment. A clear example of this can be seen in the New Testament-influenced veneration of Moses." - http://www.anthrobase.com/Txt/I/Ireton_S_01.htm
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Magalhães Luís
"[Also we can found] striking similarities between Muslim and Samaritan prayer postures and blessings [can be] observed."
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Magalhães Luís
"Samaritans in the New Testament

The following are the New Testaments texts mentioning the Samaritans with a few comments of my own. I will take the texts as they stand fully realizing that they may not, in fact, closely to what Jesus may have said[40].

1. John, chapter 4:3-22


3: he left Judea and departed again to Galilee.
4: He had to pass through Samaria.
5: So he came to a city of Samaria, called Sychar, near the field that Jacob gave to his son Joseph.
6: Jacob's well was there, and so Jesus, wearied as he was with his journey, sat down beside the well. It was about the sixth hour.
7: There came a woman of Samaria to draw water. Jesus said to her, "Give me a drink."
8: For his disciples had gone away into the city to buy food.
9: The Samaritan woman said to him, "How is it that you, a Jew, ask a drink of me, a woman of Samaria?" For Jews have no dealings with Samaritans.
10: Jesus answered her, "If you knew the gift of God, and who it is that is saying to you, `Give me a drink,' you would have asked him, and he would have given you living water."
11: The woman said to him, "Sir, you have nothing to draw with, and the well is deep; where do you get that living water?
12: Are you greater than our father Jacob, who gave us the well, and drank from it himself, and his sons, and his cattle?"
13: Jesus said to her, "Every one who drinks of this water will thirst again,
14: but whoever drinks of the water that I shall give him will never thirst; the water that I shall give him will become in him a spring of water welling up to eternal life."
15: The woman said to him, "Sir, give me this water that I may not thirst, nor come here to draw."
16: Jesus said to her, "Go, call your husband, and come here."
17: The woman answered him, "I have no husband." Jesus said to her, "You are right in saying, `I have no husband';
18: for you have had five husbands, and he whom you now have is not your husband; this you said truly."
19: The woman said to him, "Sir, I perceive that you are a prophet.
20: Our fathers worshiped on this mountain; and you say that in Jerusalem is the place where men ought to worship."
21: Jesus said to her, "Woman, believe me, the hour is coming when neither on this mountain nor in Jerusalem will you worship the Father.
22: You worship what you do not know; we worship what we know, for salvation is from the Jews.

This story exhibits the Jewish view of the Samaritans: i.e.

Their vessels are ritually impure (a very Pharisaic concern!)
They are unchaste – she has had 5 husbands and a lover
Cultic-religious differences i.e. they worship on the wrong mountain and they worship in ignorance (vs. 22)

The story also illustrates the Samaritan claim to be the true Israel (“our father Jacob” in vs. 12). It should be noted that Jesus rejects this claim in vs. 22.

From a Christian point of view, the story’s point is that, if even the corrupt Samaritans recognize Jesus as a prophet how much more should the Jews!

2. Luke, chapter 17:11-18

11: On the way to Jerusalem he was passing along between Samaria and Galilee.
12: And as he entered a village, he was met by ten lepers, who stood at a distance
13: and lifted up their voices and said, "Jesus, Master, have mercy on us."
14: When he saw them he said to them, "Go and show yourselves to the priests." And as they went they were cleansed.
15: Then one of them, when he saw that he was healed, turned back, praising God with a loud voice;
16: and he fell on his face at Jesus' feet, giving him thanks. Now he was a Samaritan.
17: Then said Jesus, "Were not ten cleansed? Where are the nine?
18: Was no one found to return and give praise to God except this foreigner?"

Here the Samaritan is classed as a foreigner. From a Christian polemical point of view, once again, this illustrates the point that if even the Samaritan is grateful how much more should be the Jews the true Israel. The point of the Good Samaritan story (Luke 10:20-37) is analogous, although the story contains other elements.

3. Matthew, chapter 10:1 and vss. 5-7

1: And he called to him his twelve disciples and gave them authority over unclean spirits, to cast them out, and to heal every disease and every infirmity….
5: These twelve Jesus sent out, charging them, "Go nowhere among the Gentiles, and enter no town of the Samaritans,
6: but go rather to the lost sheep of the house of Israel.
7: And preach as you go, saying, `The kingdom of heaven is at hand.'

Jesus is once again classing the Samaritans with the gentiles.

4. John, chapter 8:48-49

48: The Jews answered him, "Are we not right in saying that you are a Samaritan and have a demon?"
49: Jesus answered, "I have not a demon; but I honor my Father, and you dishonor me.

Perhaps, here the appellation of “Samaritan” was taken by Jesus as being the equivalent of insane or, perhaps, Jesus considered the accusation to be such a low blow that he wouldn’t stoop to answer it." - http://www.adath-shalom.ca/samaritan_origin.htm
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Magalhães Luís
Teremos aqui uma espécie de história revisionista pró samaritana, no evangelho de "João" e nos outros evangelhos? Teremos então estória política, um agradecimento aos samaritanos, já que são um símbolo perfeito, de como têm um coração pronto? Ao fazer uma homilia a partir dos Actos dos Apóstolos (13: 44-52), o papa Francisco, com pertinência, lembra-nos precisamente o confronto entre duas comunidades religiosas: a dos discípulos e aquela que o Pontífice definiu «dos judeus fechados, porque nem todos os judeus [veja-se os Shomroni Yehudi e muitos outros, mesmo dentro os "puros" yehudim] eram assim». Na comunidade dos discípulos, explicou, cumpria-se a vontade de Jesus — “Ide e anunciai” — e portanto pregava-se e quase toda a cidade se reunia para ouvir a palavra do Senhor. E, observou o Papa Francisco, difundiu-se entre as pessoas uma atmosfera de felicidade que «parecia que nunca seria vencida». Quando os judeus viram tanta felicidade, «encheram-se de inveja e começaram a perseguir» aquelas pessoas, que «não eram malvadas; eram pessoas boas, que tinham uma atitude religiosa».
«Por que o fizeram?», interrogou-se. Fizeram-no «simplesmente porque tinham o coração fechado, não estavam abertos à novidade do Espírito Santo. Julgavam que tudo tinha sido dito, que tudo era como eles pensavam que devia ser e, por isso, sentiam-se como que defensores da fé. Começaram a falar contra os Apóstolos, a caluniar. A calúnia». E isto custa aos do "Caminho". É preciso refazer o nosso amor pelos judeus. Mas tardiamente. Vamos esperar pela Parusia e honrar quem merece. Quanto aos judeus, como nos diz o teólogo Ratzinger, deixemos que D'us trate deles. É da responsabilidade de D'us. Este intelectual cristão recomenda ter cuidado ao interpretar-mos o Novo (Segundo) Testamento Brit HaDasha / ברית חדשה, pede desculpas pela interpretação negativa que se fez dos fariseus, pois, frequentemente, foram "usadas para justificar o anti-semitismo" no ambiente cristão. Sabendo-se hoje que Jesus foi um Rabino fariseu mas de tendências moderadas ou mesmo renovadoras, com aproximação à Escola (Yeshiva) do Rabbi Hillel e do movimento dos Essénios. Pois tem-se evoluído muito no campo da teologia Cristã e Judaica, desde 1947 com as descobertas dos Manuscritos do Mar Morto em Qumran / Israel.
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Magalhães Luís
Vejamos: Jesus approaching the Samaritan woman at the well (John 4)
Jesus choosing a Samaritan as the hero of his story about loving your neighbor (Luke 10)
Jesus choosing to heal a Samaritan man and then pointing out the fact he was the only one to return (Luke 17)
The early Jewish Christians choosing to share the Gospel with Samaritans and welcome them into the church (Acts of the Apostles in the chapter eight). - http://renewpartnerships.org/articles/jewish-cb/
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Magalhães Luís
Recomendo-vos agora, já no término desta longa postagem, o link inclusivo e que é o testemunho da minha fé cristã liberal: http://grutbooks.com/GospelNonBelievers.html [The Gospel as set out by Luke, Matthew, John and Mark, but unified into one consecutive narrative, without the miracles, and with the god-concept minimised.

This selection from the Christian Gospels is aimed at people who do not believe in G'd, but who believe that there is much of value in the Gospels.
It is a tract to agnostics and atheists, a gospel preaching a secular
Christianity, a Christianity without God. It is anti-violence, anti-consumerism, and anti-establishment; pro-people, pro-underdog, pro-poor, pro-love, pro-forgiveness, pro a more equal distribution of wealth; and it is a powerful and moving story to boot.]
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Magalhães Luís
Nota final: O rabino Alberto Piatelli, de Roma, Itália, surpreendeu-se com as afirmações do agora papa Emérito Bento XVI apresentadas num trabalho de 2002, um documento que foi aprovado pelo Vaticano-Cúria, mas principalmente por partirem do autor do documento - Dominus Iesus - que causou um grande mal estar nas relações entre a Igreja Católica e as outras Igrejas Cristãs. Para o Rabino, esse trabalho é "um avanço no sentido de fechar as feridas abertas pelo outro trabalho". Lá ele [Ratzinger] escreve: "a espera dos judeus pelo Messias não é em vão". E disse ainda o rabino, " Ela (a Igreja) reconhece o valor da posição judaica no que se refere à espera pelo Messias, altera toda a exegese dos estudos bíblicos e restaura o sentido original das nossas passagens bíblicas". Também para o professor Michael Marrus, especialista em história do Holocausto da Universidade de Toronto, o novo documento " é importante... é um progresso notável nas relações entre católicos e judeus".
As afirmações apresentadas pelo então Cardeal Ratzinger não representavam grande novidade teológica. Estas ideias circulam entre os pensadores cristãos há algum tempo. Portanto, a novidade não está no que foi afirmado, mas no fato do Vaticano ter assumido oficialmente outra experiência messiânica além da cristã, chocando-se com conceitos ainda muito presentes, principalmente nos meios católicos mais tradicionais. Mas vem dar aos movimentos restauracionistas dentro da Igreja como os Hebreus-Católicos um novo alento, bem como aproximar o catolicismo dos judeus em particular os messiânicos.
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Rodrigo Mourão
Você cita diálogos de supostos samaritanos com judeus, mas isso só corrobora com o que foi dito que isso é uma incoerência tremenda. Afinal, uma samaritana poderia até falar com um judeu e poderia até pensar que ele seria o tal messias dos judeus(que os samaritanos rejeitam essa crença). Mas daí a ter mais de um que cria nisso? Incoerência total. Para de postar textos a toa sobre um tema, pelo menos leia o que você está postando, nada do que você postou explica absolutamente nada, são textos enormes e sem finalidade. Você só faz tumulto, não ajuda em absolutamente porcaria nenhuma nos debates, só faz tumultuar.
Gosto  1  há 6 minutos

Magalhães Luís
A Bíblia é isenta de erros em tudo aquilo que o hagiógrafo como tal afirma e no sentido em que o hagiógrafo entendeu.

Portanto, em outras palavras, para obtermos a mensagem isenta de erros devemos verificar se é algo afirmado pelo próprio hagiógrafo, ou se ele afirmou em nome de outrem e qual o género que ele adotou.

Alguns casos que sugiro: Em Jo 1:18 o hagiógrafo, como tal, é quem afirma que Jesus revelou Deus Pai. Mas no salmo 52(53): 1, o hagiógrafo apenas afirma (com plena veracidade) que o insensato nega a existência de Deus. O insensato erra ao negar, o salmista apenas verifica o fato. A "paragem do sol" está dentro de um contexto de poesia lírica, onde "estacionamento do sol" quer dizer "escurecimento da atmosfera, clima de tempestade de granizo". Josué pediu a Deus essa tempestade, a qual é relatada em Js 10:11. Os demais casos enquadram-se no uso do género literário do midraxe.

Midraxe é uma narração de fundo histórico, ornamentada pelo autor sagrado para servir à instrução teológica. O autor conta o fato de modo a destacar o valor ou o significado religioso deste fato. Sua intenção não é a de um cronista, mas a de um catequista ou teólogo. O caso do maná: em Nm há uma narração de cronista, enquanto em Sb é apresentado o sentido teológico do maná num midraxe. O maná era saboroso não por seu paladar, mas por ser o penhor da entrada do povo na Terra Prometida. As 42 gerações relatadas entre Abraão e Jesus visa destacar a simbologia do número 42 (3x14): em Cristo se cumpre todas as promessas feitas a Israel, é o Consumador da obra de Davi.

Ao meditarmos a Bíblia, oremos como Agostinho: "Faze-me ouvir e descobrir como no começo criaste o céu e a terra. Assim escreveu Moisés, para depois ir embora, sair deste mundo. Agora não posso interrogá-lo. Se pudesse, eu lhe imploraria para que me explicasse estas palavras. Mas não posso interrogá-lo. Por isso dirijo-me a Ti, Verdade, Deus meu, de que estava ele possuído quando disse coisas verdadeiras. E Tu, que concedeste a teu servo enunciar estas coisas verdadeiras, concede também a mim compreendê-las." (Confissões XI 3,5)

"Nenhuma profecia da Escritura é de interpretação particular. Nenhuma foi proferida pela vontade humana. Homens inspirados pelo Espírito Santo falaram da parte de Deus" (2 Pd 1,20-21)
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D. Estêvão Bettencourt, osb
Fonte: Apostila do Mater Ecclesiae: Curso Bíblicohttp://ww.veritatis.com.br/

Ciclo Ecuménico de Oración

Esta semana oramos por:

Se o homem não deixar de consumir combustíveis fósseis também não terá como minimizar as consequências da braveza dos mares que, de imediato destruirá várias cidades costeiras. E se o consumo deixar de acontecer agora, o homem ainda sofrerá os danos provocados à atmosfera pelo período de 30 a 50 anos, até que o gás já emitido seja dissipado. Com o atual retrato a previsão é de que a água deverá subir entre 4 e 5m de altura. Nos Estados Unidos as principais cidades a serem atingidas são Baltimore, Miami, Nova Orleans, Nova Iorque e até Washington, além de Londres, na Inglaterra. Nova Orleans sofreu com o Katrina, mas nada foi feito para minimizar novas catástrofes, segundo cientistas, que prevêem outros furacões Além dessas, outras cidades costeiras do mundo sofrerão o mesmo efeito, devido às alterações do derretimento das calotas polares e de grandes geleiras. À medida que as calotas derretem aparecerão áreas escuras (antes gélidas e claras), onde o sol ganhará força de impacto, fenômeno chamado pelos cientistas de Efeito Feedback. Esse desaparecimento também indica que o homem presenciará mudanças na Terra. Mas, atualmente, já se registra o desaparecimento de geleiras em todo o mundo. Nas últimas 3 décadas, cerca de 25% das geleiras peruanas desapareceram. Esse registro ocasiona outro efeito nas regiões afetadas. As mudanças, por serem radicais, exigem alterações e respostas rápidas do homem na questão da sobrevivência. Os exemplos registrados até hoje mostram que a segunda parte não acontece. Ao nível dos oceanos que aumentam junte-se o calor nos mares. No ano 2000, um acontecimento jamais visto deixou cientistas perplexos. Uma barreira de 11 mil metros quadrados de gelo desprendeu-se da calota da Antártida e em torno de 3 trilhões de toneladas de gelo seguiram mar adentro. Caso somente o gelo da Antártida e da Groelândia se derreta, o nível do mar aumentará até 9m, segundo previsão científica. Programa Grace A seriedade da situação fez com que a entidade científica de influência global, a Nasa, se unisse a outra agência alemã, para juntas construírem o Programa Grace, com o objetivo de ‘bisbilhotar’ os efeitos do degelo. O programa lançou os satélites Tom e Jerry, que há cinco anos medem as alterações gravitacionais ocasionadas pelo derretimento de gelo na Groelândia e na Antártida. Toda a água compactada em blocos de gelo ao derreter, ocasiona mais pressão por ocupar mais volume no espaço. Satélites monitoram os efeitos do degelo na pressão atmosférica Segundo cientistas o calor derrete entre 100 e 200 bilhões de toneladas de gelo por ano. Invasão de mares Em muitos lugares do mundo o mar é o responsável pela perda de terra seca em função ao aumento de seu nível. Em Bangladesh fazendeiros perderam áreas de plantação de arroz por causa da invasão de água salgada do mar. Além de causar sérios problemas sócio-econômicos, provocando a mudança de comportamento de animais e migrações em massa para países desenvolvidos, o risco da falta de água potável é outro grande problema a enfrentar. No Rio de Janeiro Em São João da Barra, no norte fluminense, uma maré alta destruiu um prédio de quatro andares, em 5 de abril de 2008. Nos últimos 35 anos, o mar avança a média de 3m a cada 12 meses. Mais de 200 casas já foram destruídas pelas ondas, desabrigando moradores. Segundo pesquisas do Departamento de Engenharia Cartográfica da Universidade do Estado de Rio de Janeiro (Uerj), nos últimos meses a erosão tem se acelerado, além do previsto e avançou 7m, o dobro da média anual, medida desde a década de 50. Nos Estados Unidos A cada dia a água do mar invade 30cm de área da cidade de Luziânia (EUA) e grandes áreas de terra são consumidas pelo mar. Na mesma região, 13 ilhas desapareceram nos últimos 100 anos e a remanescente Ilha Robert já perdeu 8m de terra desde junho de 2008. No século passado, os Estados Unidos sofreram a ação devastadora provocada por 167 furacões. Os mais violentos foram o Vilma, Rita e o Katrina. O Projeto Argo, lançado para medir o estado físico dos oceanos, mostra por meio de 3 mil bóias distribuídas pelos oceanos, que o aquecimento ocorre com velocidade alarmante. E somente neste século, os cientistas prevêem a elevação do nível do mar entre 30 a 90cm. Cidades vulneráveis As cidades norte-americanas ameaçadas por furacões do nível 2 (como o Isabel), são Baltimore, Nova Orleans, Miami, Nova Iorque e até Washington. Londres não fica fora da lista. Elas são vulneráveis a furacões que podem provocar o aumento do nível do mar e inundações de 4 a 5m. Segundo previsões, os furacões continuarão e com maior incidência Na Europa Em fevereiro de 1953, a força dos ventos e a maré alta destruíram diques na Holanda, desenvolvidos desde a Idade Média. O resultado foi desastroso, pois 300 fazendas e 3 mil casas foram destruídas e 1,8 mil pessoas morreram. Em 2007 o mar invadiu a capital da Finlândia. Destruição de efeito dominó Os pântanos, ao lado das ilhas, são acidentes geográficos que minimizam a ação de furacões, por desgastar por fricção, a velocidade do vento. Mas, também, ao lado das ilhas, segundo pesquisa, os pântanos estão desaparecendo. O aumento da temperatura dos oceanos também ocasiona tempestades violentas. O oceano mais quentes e o aquecimento que provoca o degelo de calotas polares, causará destruição sem limites. Leia mais no livro Fronteira Final

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