domingo, 31 de março de 2013

Estudo com mil irmãos gay procura chaves genéticas para a homossexualidade



Estudo com mil irmãos gay procura chaves genéticas para a homossexualidade


Estão entre os mil pares de irmãos homossexuais que fazem parte do maior estudo para procurar genes que possam influenciar que as pessoas sejam homossexuais.

Os Cabrera esperam que o estudo ajude a calar as críticas que apontam a homossexualidade como uma escolha imoral.

Se foram encontradas novas provas que sugiram o envolvimento de genes, talvez os homossexuais sejam vistos como diferentes a par de outros traços genéticos como a altura e a cor do cabelo, disse Júlio, um estudante da DePaul University em Chicago.

O seu irmão acrescenta: «Penso que ajudaria uma série de pessoas a compreenderem-nos melhor».

O estudo, financiado por fundos federais, conduzido por investigadores na área de Chicago, vai apoiar-se em amostras de sangue e de saliva para ajudar os cientistas a investigar se há genes que determinam a homossexualidade. Os pais e irmãos estão também a ser recrutados.
Embora os resultados iniciais estejam previstos só para o próximo ano - e não se espera que dêem uma resposta final - os cépticos já estão a atacar os métodos e a contestar os presumíveis resultados.

Estudos anteriores mostraram que a orientação sexual tende a agrupar-se em famílias, apesar de não provarem um envolvimento da genética.

Uma investigação envolvendo gémeos verdadeiros (monozigóticos), frequentemente usados para estudar a genética uma vez que partilham o mesmo ADN, teve resultados mistos.

Um estudo muito citado nos anos 90 mostra que se um de dois gémeos verdadeiros for homossexual, o outro tem 52% de hipóteses de ser gay. Em contrapartida, o resultado num par de irmãos não gémeos era de nove por cento. Um estudo efectuado em 2000 com gémeos australianos monozigóticos indica uma hipótese mais baixa.

Alan Sanders, da Evanston Northwestern Health Care Resaerch Institute, que lidera este novo estudo, diz suspeitar de que não há o "gene gay".

«É mais provável que existam vários genes que actuam reciprocamente com factores não genéticos, incluindo as influências psicológicas e sociais para determinar a orientação sexual», disse Sanders, um psiquiatra.
De qualquer modo, disse, «se houver um gene que tenha uma contribuição assinalável, temos uma bela hipótese de o encontrar».

Alguns homossexuais receiam que se forem identificados genes ligados à homossexualidade, isso possa resultar em discriminação, com testes pré-natais ou até abortos para eliminar os homossexuais, disse Joel Ginsberg da Associação Médica gay e lésbica.

Contudo, acrescentou, «caso se confirme que a orientação sexual é uma característica imutável, haverá muito mais possibilidades de recorrer aos tribunais contra a discriminação».

Há muito menos investigação sobre as lésbicas, disse Sanders, embora alguns estudos sugiram que a orientação sexual masculina e feminina pode ter influências genéticas diferentes.


Ciclo Ecuménico de Oración

Esta semana oramos por:

Se o homem não deixar de consumir combustíveis fósseis também não terá como minimizar as consequências da braveza dos mares que, de imediato destruirá várias cidades costeiras. E se o consumo deixar de acontecer agora, o homem ainda sofrerá os danos provocados à atmosfera pelo período de 30 a 50 anos, até que o gás já emitido seja dissipado. Com o atual retrato a previsão é de que a água deverá subir entre 4 e 5m de altura. Nos Estados Unidos as principais cidades a serem atingidas são Baltimore, Miami, Nova Orleans, Nova Iorque e até Washington, além de Londres, na Inglaterra. Nova Orleans sofreu com o Katrina, mas nada foi feito para minimizar novas catástrofes, segundo cientistas, que prevêem outros furacões Além dessas, outras cidades costeiras do mundo sofrerão o mesmo efeito, devido às alterações do derretimento das calotas polares e de grandes geleiras. À medida que as calotas derretem aparecerão áreas escuras (antes gélidas e claras), onde o sol ganhará força de impacto, fenômeno chamado pelos cientistas de Efeito Feedback. Esse desaparecimento também indica que o homem presenciará mudanças na Terra. Mas, atualmente, já se registra o desaparecimento de geleiras em todo o mundo. Nas últimas 3 décadas, cerca de 25% das geleiras peruanas desapareceram. Esse registro ocasiona outro efeito nas regiões afetadas. As mudanças, por serem radicais, exigem alterações e respostas rápidas do homem na questão da sobrevivência. Os exemplos registrados até hoje mostram que a segunda parte não acontece. Ao nível dos oceanos que aumentam junte-se o calor nos mares. No ano 2000, um acontecimento jamais visto deixou cientistas perplexos. Uma barreira de 11 mil metros quadrados de gelo desprendeu-se da calota da Antártida e em torno de 3 trilhões de toneladas de gelo seguiram mar adentro. Caso somente o gelo da Antártida e da Groelândia se derreta, o nível do mar aumentará até 9m, segundo previsão científica. Programa Grace A seriedade da situação fez com que a entidade científica de influência global, a Nasa, se unisse a outra agência alemã, para juntas construírem o Programa Grace, com o objetivo de ‘bisbilhotar’ os efeitos do degelo. O programa lançou os satélites Tom e Jerry, que há cinco anos medem as alterações gravitacionais ocasionadas pelo derretimento de gelo na Groelândia e na Antártida. Toda a água compactada em blocos de gelo ao derreter, ocasiona mais pressão por ocupar mais volume no espaço. Satélites monitoram os efeitos do degelo na pressão atmosférica Segundo cientistas o calor derrete entre 100 e 200 bilhões de toneladas de gelo por ano. Invasão de mares Em muitos lugares do mundo o mar é o responsável pela perda de terra seca em função ao aumento de seu nível. Em Bangladesh fazendeiros perderam áreas de plantação de arroz por causa da invasão de água salgada do mar. Além de causar sérios problemas sócio-econômicos, provocando a mudança de comportamento de animais e migrações em massa para países desenvolvidos, o risco da falta de água potável é outro grande problema a enfrentar. No Rio de Janeiro Em São João da Barra, no norte fluminense, uma maré alta destruiu um prédio de quatro andares, em 5 de abril de 2008. Nos últimos 35 anos, o mar avança a média de 3m a cada 12 meses. Mais de 200 casas já foram destruídas pelas ondas, desabrigando moradores. Segundo pesquisas do Departamento de Engenharia Cartográfica da Universidade do Estado de Rio de Janeiro (Uerj), nos últimos meses a erosão tem se acelerado, além do previsto e avançou 7m, o dobro da média anual, medida desde a década de 50. Nos Estados Unidos A cada dia a água do mar invade 30cm de área da cidade de Luziânia (EUA) e grandes áreas de terra são consumidas pelo mar. Na mesma região, 13 ilhas desapareceram nos últimos 100 anos e a remanescente Ilha Robert já perdeu 8m de terra desde junho de 2008. No século passado, os Estados Unidos sofreram a ação devastadora provocada por 167 furacões. Os mais violentos foram o Vilma, Rita e o Katrina. O Projeto Argo, lançado para medir o estado físico dos oceanos, mostra por meio de 3 mil bóias distribuídas pelos oceanos, que o aquecimento ocorre com velocidade alarmante. E somente neste século, os cientistas prevêem a elevação do nível do mar entre 30 a 90cm. Cidades vulneráveis As cidades norte-americanas ameaçadas por furacões do nível 2 (como o Isabel), são Baltimore, Nova Orleans, Miami, Nova Iorque e até Washington. Londres não fica fora da lista. Elas são vulneráveis a furacões que podem provocar o aumento do nível do mar e inundações de 4 a 5m. Segundo previsões, os furacões continuarão e com maior incidência Na Europa Em fevereiro de 1953, a força dos ventos e a maré alta destruíram diques na Holanda, desenvolvidos desde a Idade Média. O resultado foi desastroso, pois 300 fazendas e 3 mil casas foram destruídas e 1,8 mil pessoas morreram. Em 2007 o mar invadiu a capital da Finlândia. Destruição de efeito dominó Os pântanos, ao lado das ilhas, são acidentes geográficos que minimizam a ação de furacões, por desgastar por fricção, a velocidade do vento. Mas, também, ao lado das ilhas, segundo pesquisa, os pântanos estão desaparecendo. O aumento da temperatura dos oceanos também ocasiona tempestades violentas. O oceano mais quentes e o aquecimento que provoca o degelo de calotas polares, causará destruição sem limites. Leia mais no livro Fronteira Final

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